James levantou a lebre – os caras vêm pro Terra e, parece, o Queens of Stone Age também. A confirmar.
Duas visões sobre o mesmo assunto.
Cacete, se isso for viral de campanha, significa que estamos num nível mais alto (ou pelo menos mais hipster) do que eu imaginava nessas eleições…
Antes de ser brega, Reginaldo era jovem guarda. Vi no La Cumbuca.
E já que a praia é o suíngue psicodélico, nada como um dos titãs do groove, o senhor Mayfield, pra abrir sua cabeça nessa manhã gelada – também tem a ver com aquele papo de ontem. Se mexe aê.
Hush now child,
and don’t you cry
Your folks might understand you
by and by
Move on up
towards your destination
You may find
from time to time
Complications
Bight your lip
and take a trip
Though there may be
wet road ahead
You cannot slip
So move on up
and peace you will find
Into the steeple
of beautiful people
Where there’s only one kind
So hush now child
and don’t you cry
Your folks might understand you
by and by
Just move on up
and keep on wishing
Remember your dreams
are your only schemes
So keep on pushing
Take nothing less –
not even second best
And do not obey –
you must have your say
You can past the test
Move on up!
Faz assim. Escolhe uma música que você goste que tenha entre dois minutos e dois minutos e vinte (é fácil, o teu player de MP3 permite selecionar músicas pela duração, vê aí). Deixa ela na agulha, deixa o vídeo sem som antes de apertar o play, depois dá play na música, dá full-screen no vídeo e apaga a luz (tem que ser de noite, né). Depois me diz. (No fim, é um comercial, mas isso não atrapalha a onda, acredite.)
Jorge tinha que começar o show na hora em que a seleção de seu país estava terminando a final pelo terceiro lugar com a Alemanha. Não teve dúvida: levou o laptop em que estava assistindo o jogo para o palco e narrou os minutos finais, cantando. O Jotabê conversou com ele sobre o incidente em seu blog.
Do Rafa.
Me caiu a ficha hoje de manhã: talvez esse seja o melhor ano da minha vida. E, junto com essa ficha, veio uma sensação de me livrar de um peso passado, como se tudo que tivesse vivido até aqui fosse uma espécie de fardo cujo aprendizado em carregá-lo tornou-o minúsculo, quase imperceptível (deve ter a ver com o papo das 10 mil horas do Gladwell). Mas vocês sabem que o meu mantra é o bom e velho “só melhora”, por isso não duvide do que vem por aí. Brindo o início dessa tarde, portanto, com essa do primeiro disco do Phoenix, de 2000. O pior já passou, o melhor vem aí. Feliz ano novo o tempo todo.
Chama-se “Bollywood” e é uma vergonha. E você achava que a volta dos anos 90 fosse uma coisa necessariamente boa…