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Agora que a série terminou já dá pra pensar em comprar os DVDs – e que tal essa versão definitiva que já está na pré-venda da Amazon? Entre os extras, um momento se destaca: quando Bryan Cranston e Aaron Paul lêem pela primeira vez, entre cervejas, o roteiro do último episódio do seriado. Veja o teaser abaixo:

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Um desocupado (ah, o que seria da internet sem eles?) transformou as primeiras e últimas aparições dos principais personagens de Breaking Bad em gifs, que dão uma idéia precisa do nível de decadência que foi o tom de todo o seriado. Cuidado ao clicar abaixo que, afinal de contas, tem altos spoilers:

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O destino de Jesse poderia ser bem diferente, como mostra o vídeo abaixo (cuidado que tem spoiler pra quem não terminou de ver Breaking Bad!):

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4:20

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No Estadão, o Bruno nos convida para uma reflexão certeira sobre o estado a violência de entretenimento disfarçada de telejornalismo de programas vespertinos brasileiros. Um trecho:

Que fazer, então? O que deve e o que não deve ser publicado? Sim. A violência existe na sociedade e cabe ao jornalismo mostrar a realidade em que vivemos. Sim. Eu sou jornalista e escrevo sobre violência. Acredito no papel pedagógico de conhecermos bem a sociedade em que vivemos, principalmente seus conflitos e problemas. Só que há limites. Resta-nos discuti-los à luz do que se acredita ser jornalismo de qualidade.

Pode-se comparar o papel do jornal e do jornalista à dinâmica de uma sessão de terapia. Quando se está em crise, diante do psiquiatra, de nada adianta falar sobre suas qualidades. É preciso revelar podres, racionalizar sobre eles, para só assim conseguir superar os problemas. O mesmo ocorre na sociedade. Conflitos sociais devem ser descritos e investigados para que possamos seguir adiante. O jornalismo, nesse sentido, deve compreender esses dramas na busca do conhecimento da sociedade sobre a qual escreve.

Não é esse o objetivo dos programas vespertinos que mostram a violência de forma excessiva. Como são jornais que buscam acima de tudo audiência, eles acabam sendo forçados a dar o que o público quer – não o que o público precisa para compreender a sociedade em que vive.

Em vez de jornalismo, acabam proporcionando entretenimento ao público sedento de justiça. Desempenham o papel que antigamente era cumprido pelos enforcamentos em praça pública. Os apresentadores vociferam contra a impunidade, clamam pela punição exemplar do bandido, criticam as autoridades. Satisfazem o desejo mórbido de vingança ao mesmo tempo em que fazem seu público se identificar com os cidadãos direitos que se indignam junto com o apresentador.

Ver a violência na televisão, assistir aos crimes impunes, compartilhar a mesma situação de impotência com o apresentador, pedir com ele a morte do bandido, parece um exercício diário para suportar o cotidiano de uma cidade sem justiça. Em vez dos enforcamentos públicos e dos linchamentos, sobra para o apresentador de televisão satisfazer o desejo de vingança. Em substituição ao Poder Judiciário, que hoje, no Brasil, parece ter a eficiência daquele que existia em tempos medievais.

O texto inteiro segue aqui.

huell

E nós também, domingo a série acaba!

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Você está pronto para saber? Clique abaixo por sua conta e risco:

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fresh-prince

science-bitch

Poucas liberdades poéticas (como a cor azul da metanfetamina) foram tomadas no seriado Breaking Bad, em que o produtor Vince Gilligan se cercou tanto de cientistas quanto de policiais que combatem o narcotráfico para ter o máximo de realismo no programa.

Vi no Buzz da Galileu.