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Aretha-Franklin-Sings-The-Great-Diva-Classics

Você já deve ter ouvido a versão que Aretha Franklin fez para “Rolling in the Deep”, da Adele, certo? Senão, segue a apresentação da diva soul dos anos 60 cantando o hit da diva pop dos anos 00 no programa do David Letterman, na TV americana ontem.

Muita gente veio comemorar como a música havia “melhorado” na voz de Aretha – puro preconceito contra Adele ou contra hits que tocam demais. “Rolling in the Deep” tocou em tudo quanto é lugar até dar no saco, mas se Aretha Franklin resolve cantá-la, este é o maior elogio que a canção e sua autora poderiam receber. Sua interpretação soa melhor porque nós nos acostumamos ao furacão Aretha, mas isso não quer dizer que a música original era fraca. Mas quando Aretha emenda o hit da década passada com outro contemporâneo seu (“Ain’t No Mountain High Enough”), o resultado não soa tão natural…

4:20

coracao

colin_farrell_vince_vaughan_keira_knightley

E aos poucos começa-se a se desenhar como vai ser a segunda temporada de True Detective – o primeiro nome a ser anunciado foi o de Colin Farrell, depois veio o de Vince Vaughn e agora parece que Keira Knightley irá se juntar ao elenco… Isso sem contar a possibilidade da direção ser do mestre William Friedkin. Pelo visto, essa temporada promete (apesar do chefão da HBO ter dito, em agosto, que o tom da nova safra não deve ser pesado quanto a impressionante prinmeira leva de episódios).

4:20

scrubs

beck

O apresentador de TV Conan O’Brien abriu uma semana de homenagens a George Harrison começando com uma versão acelerada do Beck pra favorita (como quase todas as músicas do All Things Must Pass) “Wah Wah”. Aperta o play:

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kirkslap

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bb

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time

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Segue à toda a adaptação do primeiro romance de Neil Gaiman, American Gods, para a televisão. O produtor Bryan Fuller, que assumiu a bronca de transformar o livro em seriado depois que a HBO abandonou o barco, tem dado uma série de entrevistas sobre os estágios de desenvolvimento do novo projeto. Ele explicou para o site Den of Geek que um dos motivos da série ter sido deixada de lado pela HBO talvez tenha sido uma possível concorrência com Game of Thrones, que também parte de um universo mágico em livros que está sendo expandido graças à TV. Ele disse que um dos desafios do estágio atual tem sido escolher o ator que irá fazer o personagem Shadow, um dos principais da série:

“Ele é cigano? Hispânico? Negro? Ou todos esses num só? Sabemos que ele não é branco. Acho que se escolhermos alguém branco para fazer o papel de Shadow vamos ser os maiores cuzões da televisão.”

Em entrevista à Craveonline, Fuller disse que os três primeiros episódios já foram escritos e que a produção deverá começar no meio do ano que vem. Ele falou sobre como a série parte do ponto de partida do livro para explorar mais a fundo personagens que têm pequenas participações no livro e ainda cogitou misturar o universo de American Gods com o do segundo livro de Gaiman, Filhos de Anansi, que parte de uma premissa semelhante à do primeiro livro. O ponto a favor dessa história toda é que o próprio Neil figura como produtor executivo da nova adaptação, o que garante uma certa liberdade para expandir a história. Mas Gaiman escreverá algum episódio?

“É bom que ele escreva”, riu Fuller.

Seguimos acompanhando novidades por aqui. E a imagem deste post é da ilustradora indiana Anamika Baruah.

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Sei lá, deu vontade de escutar assistir a esse show de novo. Showzaço aliás.

Vale reparar no jovem Lucas Santtana tocando flauta ao lado do mestre. Olha o setlist:

“A Novidade”
“Tenho Sede”
“Refazenda”
“Drão”
“Beira Mar”
“Sampa”
“Parabolicamará”
“A Linha e o Linho”
“The Secret Life of Plants”
“Expresso 2222”
“Aquele Abraço”
“Toda Menina Baiana”
“Se Eu Quiser Falar com Deus”
“Las Tres Carabelas”
“Realce”
“Esotérico”
“Sítio do Pica Pau Amarelo”
“A Paz”
“Palco”