
O episódio mais recente dos Simpsons, que teve a participação de Pharrell, confirmou o que muitos já suspeitavam: ninguém mais aguenta ouvir “Happy”!

E a imitação que o Jimmy Fallon faz do Neil Young é tão clássica que rendeu esse dueto aqui:

O apresentador de TV norte-americano Jimmy Fallon resolveu apresentar seu programa a partir de Los Angeles durante uma semana e para marcar a mudança de cidade gravou uma versão para a abertura da clássica abertura do seriado que lançou Will Smith para o mundo (e com os Roots de coadjuvantes, além de outras participações especiais):
Não é a primeira vez que Fallon celebra Fresh Prince of Bel Air, vocês lembram…
![]()
A idéia é óbvia e é impressionante que alguém ainda não tivesse feito a abertura dos Simpsons como se fosse um jogo de Super Nintendo:
A animação foi feita pelos norte-americanos Paul Robertson e Ivan Dixon.

Finalmente: eis o primeiro trailer oficial do seriado Better Call Saul, derivado do já clássico Breaking Bad, que conta as desventuras do advogado Saul Goodman – ou melhor dizendo… Jimmy? – antes dos eventos que assistimos em Breaking Bad.
A série estréia no mundo inteiro no início de fevereiro, ao mesmo tempo – é a uma série Netflix, afinal.

Calma que eu (ainda) não estou falando de uma versão século 21 de um dos seriados mais anos 80 da história, mas quase todo o elenco inteiro da série se reuniu no sábado passado para comemorar os 60 anos de seu criador, Jeff Franklin. Só faltaram as gêmeas Olsen e o comediante Dave Coulier, mas todo o elenco estava lá:
Dá pra ver mais de perto pelo Instagram da Andrea Barber, a Kimmy:
Não custa lembrar que a banda do personagem de John Stamos – o Tio Jesse – já havia se reunido em 2013 para uma apresentação no programa do Jimmy Fallon:

Apesar de se passar no início dos anos 90, a série Twin Peaks tem um estilo claramente inspirado num clássico americano criado na década anterior, de cores frias, cáqui e jaquetas jeans, mullets, franjas e cabelos armados, uma sobriedade Calvin Klein que habitava os telefilmes que passavam no Supercine. Mas imagine que a série de David Lynch mirasse em outros anos 80, de cores berrantes, brilho neon, sintetizadores e solos de saxofone. É este universo paralelo que começa a ser explorado agora pelo selo Retro Promenade, que reuniu alguns nomes atuais inspirados nesse retrô anos 80 para recriar a trilha sonora da série dentro dos parâmetros musicais de trilhas sonoras de filmes de John Carpenter ou musicados por Vangelis. The Next Peak – A Retro Synth Tribute to the Twin Peaks Soundtrack é o primeiro volume de uma trilogia de tributos musicais à série e começa com reinterpretações para a trilha sonora composta por Angelo Badalamenti e David Lynch por desconhecidos como Who Ha, Full Eclipse, Lucy Black, Astronaut Arcade, Robert Parker, Diamond Field e Galaxy Knife. O primeiro volume pode ser baixado no Bandcamp da gravadora e os próximos discos trarão remixes e faixas inspiradas na trilha sonora da série.
Vi no Welcome to Twin Peaks, o melhor site pra se atualizar sobre qualquer coisa sobre a série.

A BBC reuniu uma série de imagens da virada entre 1976 e 1977 pra finalmente publicar a gravação que o diretor Julien Temple fez do primeiro show do Clash em 1977, que também foi a primeira noite do clube Roxy, uma das casas-chave para o punk londrino. Temple anos depois dirigia dois documentários cruciais na história dos Sex Pistols – o infame The Great Rock’n’Roll Swindle, que encerrou a carreira da banda, e The Filth and the Fury, sobre a volta deles nos anos 90. E no fim do ano passado, a BBC chamou o diretor para transformar aquelas cenas num documentário, que pode ser assistido tanto no site da BBC quanto no vídeo abaixo. História do rock, pura e simplesmente:

