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Podia ser um quadro do Hermes e Renato. Ou trilha sonora de novela das sete. Mas é um comercial de iogurte. Dica da Bean.

Não, ela não é um efeito especial – mas teve uma formação densa e firme junto a alguns dos maiores nomes do entretenimento fútil norte-americano.

Na cena abaixo, vemos ela, ainda com 16 anos, aprendendo os preceitos do biatchismo hi-society americanóide, no filme Holiday In The Sun, de 2001. A cena inteira – os diálogos, a forma como os dois se apresentam um pro outro, a girl band, uma das gêmeas Olsen – é memorável:

Aqui, ela contracena com Amanda Bynes, a rainha do “Oh. My. God”, em um episódio de What I Like About You, de 2003:

Aqui, ela encara Lindsay Lohan e disputa sua honra em uma competição de Dance Dance Revolution no filme Confessions of A Teenage Drama Queen, de 2004. Adoro o jeito que elas dançam e falam como se estivessem passeando no shopping ao mesmo tempo:

E já no final de sua formação, também em 2004, ela fez uma ponta no seriado Two and a Half Men para mostrar que, mesmo maior de idade, ainda podia se passar por uma menina de 16 anos:

Kibei esse post do Complex – ainda tem um outro vídeo dela lá, se você quiser ver.

Olha que foda essa camisa da Mongo

Morreu um dos grandes – pena que a maioria das pessoas só lembrar das merdas recentes na vida do cara. E não no fato de ele ser um dos maiores artistas de nossa época.

Amanhã, Vida Fodona especial Michael Jackson. Fato.

Eis o nome da vez no hip hop brasileiro, repare.

TSH 2009

Ou você não reconhece o Também Sou Hype só pela sigla?

Mas a piada sobre o iPhone, no final, é reciclada, hein.

A vida continua. E no mesmo Carneiro, pesco o Mos Def no David Letterman, lançando seu novo disco, The Ecstatic, com direito a um salve ao Fela Kuti.

Alguém esse disco aí dando sopa?

Rafa quem cantou a bola, que confirmei via Coelho: “Uma Raiz, Uma Flor”, sonzeira do primeiro disco do Wado (que eu acho redondíssimo, perfeito – dá pra baixar não só o Manifesto da Arte Periférica como todos os quatro discos de Wado em seu site), está na trilha sonora de O Caminho das Índias, aquela novela da Globo que parece um episódio do Chapolim na Índia.

“Uma raiz é uma flor, que despreza a fama…”, canta Wado em Uma Raiz, Uma Flor, composição de sua autoria com Alvinho Cabral e Georges Bourdoukan que entrou recentemente para a trilha sonora da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, após ser gravada pelo Fino Coletivo. Um marco histórico para a música local, num feito até então exclusivo de Djavan.

De fato, a “porção alagoana” do Fino Coletivo precisou cortar raízes para perseguir o caminho da fama. Há cerca de quatro anos, eles foram bater no Rio de Janeiro e, sob o sol que embeleza o Corcovado e bronzeia as garotas de Ipanema, entraram em sintonia com músicos e compositores cariocas e formataram uma promissora tentativa de alcançar a sobrevivência artística. Após temporadas bem-sucedidas em casas noturnas, a banda lançou o CD de estreia em 2007 e chamou a atenção da crítica especializada com uma festiva arquitetura sonora que combina samba, pop, funk e MPB.

E o próprio Wado manda avisar que João Paulo (o homem-Mopho) entrou em sua banda e também gravou músicas em seu próximo disco, que ele mesmo diz “é 70% afoxé” – e descola uma das músicas novas, mixada pelo Kassin: “‘É um medley de uma minha (‘Jejum’) com o clássico ‘Cavaleiro de Aruanda’ do Tony Osana, guitarrista argentino da banda que acompanhou Caetano”.

Boas notícias 🙂


Wado – “Jejum/ Cavaleiro de Aruanda

PUTAQUEOPAREO

E agora que o robô gigante começou a se mexer?

Já já ele avoa.