…mas também, quando a Globo quer ser ruim, ninguém segura.
É, tou no meio do texto sobre o final de Lost. Acho que segunda ele sai.
Me perguntaram e eu respondi.
…tá certo que era da fase final do programa, mas quando a Globo queria ser boa, ela era.
Olha esse passarinho que o Gas descobriu…
Falando nela, a pequena francesinha só estreou nos palcos no fim do ano passado. A Kátia que desenterrou essa matéria, no mesmo post em que falava das músicas novas.
Achei esse vídeo enquanto estava tagueando posts velhos do Sujo.
Foda demais.
Ih, caceta.
É, bicho…
Não é brincadeira, não. A caixa da quinta temporada da série em Blu-ray vem acompanhada de uma fita de vídeo contendo os filmes de orientação Dharma. Vi lá no Dude We Are Lost – que também avisa que a caixa não será lançada no Brasil. E uma dica: GRANDE PARTE – e não só quem já comprou player de Blu-ray – dos fãs de Lost compraria essa caixa SÓ para ter uma cópia dessa fita, mesmo que nunca a assistam. Afinal é uma relíquia, um objeto de decoração, puro fetiche táctil, uma versão portátil do parque temático Lost que a Disney quer construir ano que vem.
Existe a possibilidade deste tipo de produto ser exclusivo para a nova mídia justamente para obrigar os fãs a comprarem o player, funcionando como isca. Tenho minhas dúvidas. O momento para o Blu-ray é péssimo devido à digitalização inevitável, mas a indústria ainda vai insistir alguns anos em vender discos para pagar as contas. Já a possibilidade do suporte se transformar em um objeto de decoração e, no fim das contas, arte, está lançada e não é de hoje – e estamos às vésperas de ver a mesma indústria que hoje fabrica discos aos milhões patrocinar artistas para produzirem objetos carésimos, personalizadíssimos e de tiragem minúscula (vinculados a franquias de filmes/jogos/músicas que serão, nos finalmentes, gratuitos). Se Damien Hirst pode, por que não a cultura pop?
