No meio da deliciosa avalanche de referências pop ao cinema dos anos 80 que é Stranger Things não dá para escapar da incrível trilha sonora, que mistura músicas que tocavam no rádio nos Estados Unidos no início dos anos 80 até hits indie do mesmo período e sucessos nostálgicos de um passado anterior. O Netflix publicou uma playlist que ambienta bem a série entre uma balada dark das Bangles, um New Order etéreo, um Toto clássico, o rebelde Corey Hart e a maior balada do Foreigner.
Mas falta ainda publicar a trilha sonora original, criada para a série, que é incrível.
Qual foi o nervo psicológico coletivo que essa série acertou? Obviamente há o ar nostálgico, mas não é só isso. Será que também há uma nostalgia em cima de uma paranoia do passado? Será que é o ar de esperança que a série parece abrir em uma época tão sombria? Será que faltam novos protagonistas pré-adolescentes? Ou é a saudade de uma época pré-digital?
Esse poster apareceu durante a Comic Con de San Diego.
A nova série do Netflix canaliza os anos 80 através de filmes do Spielberg, de Stephen King e John Carpenter – e é tudo isso que estão falando. Escrevi sobre ela lá no meu blog no UOL.
Mike Judge, criador do clássico desenho animado dos anos 90 cogita uma volta em carne e osso da dupla mais escrota da MTV norte-americana – escrevi sobre isso no meu blog no UOL.
Game of Thrones vai firme e forte, mas cadê as grandes séries que fizeram a moral do canal? Escrevi sobre isso no meu blog no UOL.
Escrevi lá no meu blog no UOL porque acho que a melhor coisa que aconteceu à Vinyl, dita promissora série da HBO produzida por Jagger e Scorsese foi seu cancelamento.
Ricky Gervais ressuscita o chefe mala do The Office inglês em um longa metragem sobre sua nova carreira – escrevi sobre isso lá no meu blog no UOL.
Conversei sobre o livro que escrevi sobre o PC Siqueira no Metrópolis que foi ao ar neste domingo (no vídeo abaixo, a partir do minuto 14)…
…e também participei do podcast Papo Torto, que ele mantém no Estadão (dá pra baixar o MP3 do programa no site).
E já já o livro vai ser lançado e devo começar uma turnê com ele por algumas cidades d o Brasil pra divulgar esse PC Siqueira Está Morto.
Deixando a Casa Branca no final deste ano, o presidente norte-americano Barack Obama fez sua saída extraoficial do cargo na semana passada, ao resumir – em uma jam session de funk lento – os feitos de seus oito anos de mandato. Acompanhado do apresentador Jimmy Fallon e dos Roots, Obama oficializa seu mandato também como o de um presidente preocupado com sua imagem a ponto de descer dos degraus da pompa decadente da política tradicional para tratar o cargo com uma métrica mais atual. Afinal, não é exagero dizer que, seja ocupado por quem for, a cadeira de presidente dos Estados Unidos transforma qualquer um em um dos maiores popstars do mundo – e Obama aproveita a oportunidade com maestria. O que nos leva àquele velho adágio do saudoso Zappa, que a política é o entretenimento do complexo industrial-militar ou dos inúmeros avisos de Aldous Huxley, George Orwell e Alan Moore sobre como o entretenimento é só uma face da política (papos de ópio do povo, pão e circo, você sabe). Essa apresentação de Obama é o futuro da política hoje:
E para a atração musical do mesmo programa não ser completamente ofuscada por Obama, Jimmy Fallon ainda conseguiu Madonna como convidada, voltando a nada menos que “Borderline”, seu primeiro hit, também acompanhada pelos Roots.
Voltando à ativa no blog do UOL com um mashup que mistura a novela das oito Rei do Gado com o hit da HBO Game of Thrones, saca lá.









