E esse baralho que vem na versão em DVD (sério) das quatro temporadas do primeiro seriado da Netflix?
Teaser do Netflix começa a nos preparar para a segunda temporada do seriado-sensação deste ano – postei lá no meu blog no UOL..
Já sabemos que o seriado-sensação deste ano, Stranger Things, produzido pelo Netflix, tem a segunda temporada agendada para o ano que vem e bem como sabemos até o nome de seus episódios, mas um vídeo divulgado neste último dia de outubro, dia das bruxas, dá mais detalhes sobre o que podemos esperar do seriado em 2017. Disfarçado de telejornal local dos anos 80, o vídeo fala sobre o desaparecimento de Barbara “Barb” Holland e relata o caso de roubo de waffles, o que indicaria que Eleven ainda estaria à solta pela região de Hawkins. O vídeo está em inglês sem legendas, mas já dá uma ideia do rumo que a série irá tomar no ano que vem…
E agora? É hora de resgatar Barb? Como Eleven reapareceu? E o monstro? E aquela lesma que saiu de dentro do Will? É hora de começarem as teorias!
E por falar em teorias… Preciso comentar sobre Westworld, vocês estão assistindo?
Hit dos anos 80 responsável por fazer a linhagem de Jim Henson atravessar gerações, o programa volta em 2018 – escrevi sobre isso no meu blog no UOL.
Um dos maiores sucessos dos Muppets não tem nada a ver com a mistura de fantoches com marionetes que fizeram a fama do programa de TV e sim com a personalidade dos personagens criados por Jim Henson. O desenho animado Muppet Babies, produzido durante os anos 80, trazia o sapo Caco, a porca Miss Piggy, o urubu Gonzo e outros personagens em versões pré-escolares e foi responsável por fazer toda iconografia do programa passar de uma geração para outra. Se hoje temos novos filmes dos Muppets nos cinemas e a bem-sucedida volta do programa original para a televisão não há dúvida da importância da versão infantil produzida entre 1984 e 1991 para a longevidade da série.
E eis que a versão criança dos Muppets voltará a ser produzida, segundo anúncio do canal norte-americano Disney Junior. Misturando as texturas dos bonecos originais com a imaginação desenfreada do desenho, os novos Muppet Babies serão produzidos em computação gráfica e misturam as duas referências de época – os fantoches originais e o desenho dos anos 80 – para conquistar uma nova geração. Como a animação original, o novo programa deverá ser voltado para o público pré-escolar (entre quatro e sete anos de idade) e terá 11 minutos por episódio. A nova versão deverá estrear no canal norte-americano em 2018, mas sua produção já começou, como podemos ver na primeira imagem de divulgação (acima). Você lembra da música de abertura…
Que incrível esse mashup de Stranger Things com a turma do Charlie Brown que eu publiquei lá no meu blog no UOL – saca lá.
E se Charlie Brown vivesse sua infância nos anos 80, numa pequena cidade do interior dos Estados Unidos em que ocorrem fenômenos paranormais, experimentos do governo e uma fenda interdimensional atrai monstros de uma outra realidade? Os animadores Leigh Lahav e Oren Mendez resolveram misturar o seriado sensação Stranger Things com os personagens de Charles Schulz e o resultado é esse impagável mashup, veja só:
Trailer da primeira série brasileira do Netflix mostra como funciona a meritocracia agressiva de 3% – postei lá no meu blog no UOL.
O Netflix acaba de lançar o trailer de sua primeira produção brasileira, a série de ficção científica 3%, que começou no YouTube e estreia no dia 25 de novembro. No trailer, é explicada o rígido processo de seleção de uma realidade brasileira futurista que pode ter várias leituras em relação ao nosso presente…
É chegada aquela aquela hora em que você reconhece que “In the Air Tonight” é uma baita música.
Sigo minha participação no Prêmio Multishow de Música Brasileira, mais uma vez em frente às câmeras, como um dos integrantes do Super Júri, que vai escolher os premiados das três principais categorias da noite. O Super Júri vai ser mediado pelo Guilherme Guedes e além de mim conta com nomes como a produtora Ana Garcia, o jornalista Calbuque, o produtor Carlos Eduardo Miranda, a jornalista Claudia Assef, a radialista Debora Pill, o jornalista Luciano Matos, o produtor Marcelo Castelo Branco, o diretor de gravadora Paulo Monte, o jornalista Phelipe Cruz e a apresentadora Roberta Martinelli. Juntos iremos escolher os vencedores das categorias revelação (em que concorrem Liniker e os Caramelows, Mahmundi e As Bahias e a Cozinha Mineira), canção (“Maria da Vila Matilde” da Elza Soares e “Varanda Suspensa” e “Perfume do Invisível” da Céu) e disco (entre o Duas Cidades do BaianaSystem, o Tropix da Céu e o Mulher do Fim do Mundo, de Elza Soares). A discussão do Super Júri será transmitida pelo site do Multishow, a partir das 22h, acompanha lá!
O Cartoon Network decidiu pôr fim a um de seus desenhos mais revolucionários – falei disso lá no meu blog no UOL.
Diga adeus a Finn, Jake, Princesa Jujuba, Rei Gelado, Marceline e todo mundo da Terra de Ooo. O Cartoon Network anunciou que o fim do desenho animado Adventure Time – A Hora da Aventura, como é conhecido no Brasil. Essa morte, felizmente, não é súbita: o canal ainda produzirá as temporadas dos próximos dois anos e quando chegar à sua nona safra de episódios, em 2018, encerrará a produção de um dos desenhos animados mais queridos desta década.
“Adventure Time mudou a definição do que um programa de TV infantil poderia ser e teve um impacto impressionante sobre a cultura popular em todo o mundo”,disse Rob Sorcher, executivo-chefe de conteúdo da emissora paga no comunicado sobre o fim do desenho. “O Cartoon Network tem orgulho de ter reunido este time brilhante de artistas e animadores que ajudaram a fazer de Adventure Time um dos programas de TV mais aclamados pela crítica de uma geração.”
A psicodelia aloprada capitaneada pelo garoto Finn e seu cachorro Jake faz jus ao epíteto de revolucionário e é descendente direto de outros programas igualmente geniais como Simpsons, South Park e Bob Esponja. Só que o universo multicolorido criado por Pendleton Ward aprofunda-se em questões que poucos programas infantis já tinham lidado, como a complexidade dos sentimentos, a pluralidade de pontos de vista, estética radical, sensibilidade artística, conceitos de vanguarda e a imaginação desenfreada, sobre histórias e personagens que deixam até adultos constrangidos. Além das próximas temporadas, o desenho ainda terá programas especiais e minisséries, mas nada foi mencionado em relação à tão aguardada ida do universo para o cinema.
A série de ficção científica 3% começou no YouTube em 2011 e cinco anos depois vai ser a primeira produção brasileira do Netflix – com estreia marcada para o fim do ano. Falei disso no meu blog no UOL.
A primeira produção brasileira do serviço de vídeos Netflix já tem data de estreia marcada: todos os episódios da primeira temporada de 3%, uma série de ficção científica criada originalmente para o YouTube, poderão ser assistidos a partir do dia 25 de novembro. A série conta a história de um futuro próximo em que a sociedade é dividida em duas castas e a única possibilidade dos integrantes da classe mais populosa – e mais pobre – passar para a elite desta realidade (os 3% que batizam a série) é através de um processo seletivo que é justamente a história do seriado.
A série foi criada originalmente para o YouTube em 2011 e seus três episódios originais continuam online (assista-os ao final deste post). O grupo do seriado original é encabeçado pelo criador de 3%, o jovem Pedro Aguilera (que a partir do sucesso online conseguiu entrar para a produção de filmes como Copa de Elite e Os Homens São de Marte E É Pra Lá Que Eu Vou), que ao lado dos diretores Daina Giannecchini, Dani Libardi e Jotagá Crema, foi chamado pelo veterano Cesar Charlone (ex-O2 Filmes, que trabalhou em Cidade de Deus, Ensaio sobre a Cegueira, O Banheiro do Papa) para transformar a premissa original em um seriado brasileiro com distribuição global.
O principal grupo de atores da série, cuja primeira foto oficial de divulgação (acima) foi divulgada hoje, é composto por novatos, à exceção de Bianca Comparato. Fora dos jovens que tentam passar do Continente (a parte pobre) para o Mar Alto (a parte rica) estão nomes já estabelecidos como João Miguel e Zezé Motta.
Assista abaixo os três episódios da 3% original feita para o YouTube.
O canal norte-americano Syfy estreia no final de novembro a série de 13 episódios Incorporated, que fala de um futuro em que empresas decidem o destino das pessoas e que não há segredos a serem escondidos (bem parecido com o nosso presente). Produzido pela dupla Matt Damon e Ben Affleck, o seriado também lembra o incômodo The Circle, de Dave Eggers, outro duro retrato sobre nossa época digital. Eis seu primeiro trailer:








