Enquanto esperava a atendente de uma livraria em Ipanema encontrar um exemplar do livro novo do Marcelo Coelho (Patópolis parece bom, pelo menos em tese, leio depois) e me decidia se embarcava no fenômeno editorial Milênio só for-fun (cês sabem que eu acho Dan Brown e J.K. Rowling mais importantes do que qualquer aspirante a prêmio Nobel de literatura, né), eis que encontro ninguém menos que o grande Carlão, o novato desta mesa de cartas gatas que batizei (assumo, não sabia; missão: mudar o significado, banir o significado antigo) e, detalhe, único dos três participantes que conheço pessoalmente e troquei mais do que algumas palavras por email. Mas o compadrio com Carlão vem de outras épocas, dos tempos em que ele era guitarrista de uma banda de surf music (com o hoje-quase-global JP Cuenca na outra guitarra) e eu me preocupava com a cena musical independente brasileira (hoje não preciso mais, ela já anda sozinha) – e não dois fãs de Lost perdidos sem rumo, como hoje. Como bom novato, pediu desculpas por jogar duas cartas repetidas na seqüência e comemorava sua redenção com a carta acima, que já tinha visto, tive de concordar. Mas eu tava no Rio, longe da internete, atrasei o jogo. E, pra voltar, podia só comentar a carta do sujeito, mas preferi comentar o breve mas fortuito encontro com o sujeito. A próxima é de quem mesmo?
A desculpa: ele se constrange ao se ver na tela. Entendo.
Um conselho do Onion, disfarçado de piada.
Esse “erros de gravação” já pode ser considerado um clássico, não?
Uma camiseta da Split Reason.
MauVal nos presenteia com esse belíssimo dueto da Tulipa com o Jeneci, tocado ao vivo no Ronca Ronca. Com seu título definitivo, a ainda inédita em disco e antiga “Aqui” foi inspirada em uma maratona que os dois fizeram de Anos Incríveis, segundo me disse o Ronaldo.
Tulipa Ruiz & Marcelo Jeneci – “Dia a Dia, Lado a Lado“




