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Manja Spaced?


Tem mais cenas do seriado no YouTube (deve ter ele inteiro, mas sem legendas), só que não dá para embedar no blog.

A série Spaced, que a Gi se referiu há pouco, é o seriado que revelou Simon Pegg, Edgar Wright e Nick Frost como novos nomes do humor inglês. Escrita pelos protagonistas Pegg e Jessica Stevenson (que depois casou-se e virou Jessica Hynes), Spaced, como todo bom seriado inglês, durou apenas duas temporadas, e é o equivalente britânico de Freaks & Geeks – o seriado que lançou a turma do Judd Apatow – Seth Rogen, Paul Rudd, Jason Segel, James Franco, Jonah Hill – pronta para dominar a comédia dos anos 00 nos EUA.

Na Inglaterra, a turma de Spaced teve apenas o Office de Ricky Gervais pela frente, o que não impediu Wright, Frost e Pegg continuarem juntos nos ótimos Hot Fuzz (uma paródia sobre filmes policiais) e Shawn of the Dead (sobre zumbis). Em Spaced, Pegg e Jessica são Tim e Daisy, forçados a morar juntos por conveniência, têm de fingir que são um casal num sobrado habitado por malucos típicos inglês. Há um quê de Fawlty Towers no seriado (nunca acontece nada), mas as referências pop – características de todas as produções a seguir do mesmo time – não param de pular de todas as cenas.

Eis a importância de Scott Pilgrim – o filme: ele faz a conexão entre duas gerações de humor de lados diferentes do Atlântico. O diretor Wright como representante do time inglês e Michael Cera (que fez Superbad, da turma de Apatow) no time americano. Mas, pela repercussão, o primeiro contato não rendeu – ou será que Scott Pilgrim é um De Volta para o Futuro da era da Cauda Longa? A ver.

Furacão de fogo

“Nunca na história deste país…”

Como o Weezer era bom nessa época… E vocês repararam quem é a estrela do clipe?

Lost e Arquivo X

O Filipe comentou comigo que estava revendo Arquivo X esses dias e olha quem ele descobriu no elenco…

Mais outras duas pessoas comentaram sobre isso comigo de ontem pra hoje, do nada. How bizarre.

Do Fuck Yeah Alexa Chung.

Enquanto esperava a atendente de uma livraria em Ipanema encontrar um exemplar do livro novo do Marcelo Coelho (Patópolis parece bom, pelo menos em tese, leio depois) e me decidia se embarcava no fenômeno editorial Milênio só for-fun (cês sabem que eu acho Dan Brown e J.K. Rowling mais importantes do que qualquer aspirante a prêmio Nobel de literatura, né), eis que encontro ninguém menos que o grande Carlão, o novato desta mesa de cartas gatas que batizei (assumo, não sabia; missão: mudar o significado, banir o significado antigo) e, detalhe, único dos três participantes que conheço pessoalmente e troquei mais do que algumas palavras por email. Mas o compadrio com Carlão vem de outras épocas, dos tempos em que ele era guitarrista de uma banda de surf music (com o hoje-quase-global JP Cuenca na outra guitarra) e eu me preocupava com a cena musical independente brasileira (hoje não preciso mais, ela já anda sozinha) – e não dois fãs de Lost perdidos sem rumo, como hoje. Como bom novato, pediu desculpas por jogar duas cartas repetidas na seqüência e comemorava sua redenção com a carta acima, que já tinha visto, tive de concordar. Mas eu tava no Rio, longe da internete, atrasei o jogo. E, pra voltar, podia só comentar a carta do sujeito, mas preferi comentar o breve mas fortuito encontro com o sujeito. A próxima é de quem mesmo?

A desculpa: ele se constrange ao se ver na tela. Entendo.

Um conselho do Onion, disfarçado de piada.

Esse “erros de gravação” já pode ser considerado um clássico, não?