Outro dia essas cenas pararam a redação e provavelmente qualquer outro lugar que houvesse uma TV ligada nesse canal. E são cenas como estas – mais pela frieza do embate entre automóveis do que o dramalhão de uma cobertura ao vivo de situações com reféns – que me fazem ter a certeza de que a função da arte é propor novas realidades para as pessoas. Eu duvido que esse sujeito – como o cara da perseguição aí embaixo, na África do Sul -, teriam tido a manha de fazer o que fizeram se não tivessem assistido filmes e seriados com perseguições de carro espetaculares. E antes que você me apedreje, o raciocínio é simples: se a arte (ou a cultura ou qualquer outra manifestação lúdica que o cérebro humano use para organizar as informações do mundo) influencia a vida até mesmo neste nível quase surrealista, ela também pode mexer em camadas mais próximas e menos complexas da vida de cada um. Nem vou entrar no papo que a realidade é só uma manifestação da linguagem que usamos para traduzir o que captamos com os cinco sentidos, senão a conversa não tem fim…
Alguém lembra de alguma outra?
O mesmo Pogo que já havia remixado Up pra Disney agora cria uma faixa com pedaços de som da série Dexter – e como essa série é boa, né…
Uma mensagem:
Comerciais multiprodutos! Como é que ninguém pensou nisso antes?
Quem acha a atual musa do pop nesta cena do melhor seriado do século? Quem achou foi a Entertainment Weekly.
Sim, é real.
Quantos nichos… Marina hoje é da MTV, mas, na real, é cria da internet. Namorada do Ian (ao fundo na foto), um dos pais do Epic Shit, ao lado do Louback, que tirou e me enviou a foto. Fora que ela não está vestindo a camiseta. Ou será que a camiseta é parte de um viral do lançamento do filme no Brasil? A foto é posada? Foi feita para virar uma t-girl de propósito? A modelo sabe que a foto foi divulgada? E o namorado da modelo? Dúvidas, dúvidas…
E assim me despeço deste jogo, por enquanto. O Trabalho Sujo entra de férias a partir desta sexta e só retomo os trabalhos em outubro. Fica a critério dos outros jogadores me esperar ou continuar o jogo sem minhas cartas, levando em contas as férias. Prefiro a segunda opção, para o jogo não depender de mim.



