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Mas… hein?

A Ju que botou esse cara no Feice dela.

E a carta pra valer do Vinícius vem com um mashup de desenho animado com música pop, quando ele encontra a dona da deliciosa voz do Best Coast trajando (apenas?) uma camiseta com a estampa de um Bob Marley simpsonizado ou de um Bart Simpson jamaicano. Boa carta, valeu pelo mashup e pela graça de Bethany, mas se eu estivesse jogando, apostaria na anterior.

Mas também trago novidades, a seguir.

A minha novidade é mais um jogador. Pattoli arriscou jogando com essa Vanessinha High School Musical e sua camiseta dark. Será que ele aguenta o tranco? Vamos dar umas duas rodadas de lambuja pra ele – se ele mantiver o nível, pode sentar-se à mesa.

Olivia Wilde + 69

Essa eu tou jogando por precaução: dava pra insistir e dizer que meia-nove é um número pop. Mas jogo essa carta pra estabelecer regras – número em camiseta NÃO VALE. Próxima.

E nas minhas andanças por t-girls, descubro um improvável t-boy…

…caça com super-heróis fuleiros. Não é, Carlos Imperial?

É sério!

Premiações normalmente são um pé no saco – se forem americanas, então, não conte com algo além de tapinhas nas costas, prêmios de consolação e desfiles de moda. Mas não no Globo de Ouro desse ano, quando Ricky Gervais resolveu deixar as piadinhas amarelas de lado e cutucar o showbusiness norte-americano. “Eu os avisei”, disse ele no começo do monólogo de abertura acima, em que não perdoou ninguém: a ausência de público do novo filme de Johnny Depp e Angelina Jolie, o estilo de vida de Charlie Sheen, a sexualidade de Tom Cruise, o final de Lost, o casamento de Hugh Hefner, a paranóia antissemita de Mel Gibson, Cher, a Associação de Críticos da Imprensa Estrangeira – e a lista continua. Mesmo ele tendo desaparecido do meio do programa para o final, Gervais disse que todos levaram a brincadeira na boa e o cumprimentaram na festa depois do prêmio. Sei.