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Daí, segue um vídeo ou entrevista em texto com um pesquisador em educação ou violência e um jornalista procurando um padrão em um caso que é, claramente, uma exceção bizarra. É fora da curva, gente. Não adianta tentar analisar a situação como um fenômeno social, não é. O assassino era doente mental, fez uma barbaridade, mas felizmente é uma exceção. Certamente, não é com esse tipo de violência em escolas que devemos nos preocupar – a violência que acontece em colégios como padrão é outra, uma que de tanto a gente ler por aí nem é mais notícia.

Aí tem sempre alguém culpando o fato de o Wellington ter conseguido entrar na escola sem ser funcionário ou professor, e esquecendo que a escola é um espaço público, comunitário, e que o ponto não é ele ter entrado ou não na escola – afinal, ele é ex-aluno, provavelmente conseguiria entrar de um modo ou de outro. No entanto, ninguém questiona o fato de que o problema é ele entrar na escola ARMADO COM TRÊS PISTOLAS E MUNIÇÃO PRA MATAR TRÊS CRIANÇAS.

Ontem, tínhamos elementos até humorísticos na cobertura. Na Record, parece, rolou um GC (gerador de caracteres, aquela faixa que vai embaixo da tela explicando o que tá acontecendo) escrito URGENTE: DILMA CHORA.

À distância (ela tá na Holanda), Ana consegue observar alguns detalhes de como a tragédia que aconteceu no Rio de Janeiro está sendo coberta por aqui. O slideshow acima eu tirei do blog Coluna Extra.

Apaga la tele

Daqui.

Risada do Mutley

Pode ser útil.

White Stripes soul

Cortesia do Ben L’oncle Soul, pra começar bem o dia.

O bife, a vida

Via Heartaches of my Own.

4:20

Do mesmo carinha que fez aquele Tropa Erudita.

Quem assistiu ao espetacular clipe de “Friday”, com o Colbert e os Roots, no programa do Jimmy Fallon, se deparou com um súbito QR-Code. Ao ser ativado, ele levava seu espectador para este vídeo online, que por sua vez exibia um novo QR-Code que, por sua vez, levava para este vídeo, que, ao exibir outro destes “códigos de barra para celular”, finalmente, levava para um último (?) vídeo de brinde. E, brincando, o Fallon fez você assistir a alguns comerciais em vídeo online e justificar as gracinhas que o comediante pode fazer em seu programa – seja no site ou na TV. O pequeno problema: todos os vídeos linkados são bestas e não trazem nada demais além de metapiadas sobre o fato de você ter conseguido assistir aos vídeos usando o QR-Code. Piadas tão sem graça que, à luz do espetáculo original que foi o cover inusitado de Rebecca Black, não podem nem ser encaradas como humor.