Lana again.
O melhor é a cara da mãe se segurando pra não rir.
Sinistro esse sujeito aí.
Em português mesmo, porque a dublagem é boa.
Eu curto a parte do “um monte de nomes estranhos”.
Só podia ser na Fox…
Tudo porque o vilão do novo filme dos Muppets é um magnata do petróleo chamado Tex Richman. O analista ainda consegue dizer que “Hollywood, a esquerda, a imprensa, todos eles odeiam a indústria do petróleo. Eles odeiam a América empresarial!”. Sobrou até pro Capitão Planeta, pro Matrix e pro movimento Occupy. Vi no Guterman.
Amor, Véi: um sentimento que invade o coração de quem é muito famoso.
Um documentário narrado por John Peel. Já escrevi sobre o velho Don aqui e fiz um Vida Fodona especial pro mestre quando ele passou dessa pra outra.
Essa Copa inteira é o Maracanaço da minha geração. Com o agravante de que esta pode ter sido a melhor seleção de todos os tempos.
A patir de 1:30, logo depois do Clemente ler um comentário de que o Criolo parece o Freddie Mercury…
Lembrando que no outro domingo, dia 18, o Criolo toca no Ibirapuera, de graça, com a Orquestra Imperial.
As coisas tão, aos poucos, mudando na Globo. É o que escreve o Rodrigo Vianna:
Primeiro ponto: a Patrícia Poeta é mulher de Amauri Soares. Nem todo mundo sabe, mas Amauri foi diretor da Globo/São Paulo nos anos 90. Em parceria com Evandro Carlos de Andrade (então diretor geral de jornalismo), comandou a tentativa de renovação do jornalismo global. Acompanhei isso de perto, trabalhei sob comando de Amauri. A Globo precisava se livrar do estigma (merecido) de manipulação – que vinha da ditadura, da tentativa de derrubar Brizola em 82, da cobertura lamentável das Diretas-Já em 84 (comício em São Paulo foi noticiado no “JN” como “festa pelo aniversário da cidade”), da manipulação do debate Collor-Lula em 89.
Amauri fez um trabalho muito bom. Havia liberdade pra trabalhar. Sou testemunha disso. Com a morte de Evandro, um rapaz que viera do jornal “O Globo”, chamado Ali Kamel, ganhou poder na TV. Em pouco tempo, derrubou Amauri da praça São Paulo.
Patrícia Poeta no “JN” significa que Kamel está (um pouco) mais fraco. E que Amauri recupera espaço. Se Amauri voltar a mandar pra valer na Globo, Kamel talvez consiga um bom emprego no escritório da Globo na Sibéria, ou pode escrever sobre racismo, instalado em Veneza ao lado do amigo (dele) Diogo Mainardi.
Conheço detalhes de uma conversa entre Amauri e Kamel, ocorrida em 2002, e que revelo agora em primeira mão. Amauri ligou a Kamel (chefe no Rio), pra reclamar que matérias de denúncias contra o governo, produzidas em São Paulo, não entravam no “JN”. Kamel respondeu: “a Globo está fragilizada economicamente, Amauri; não é hora de comprar briga com ninguém”. Amauri respondeu: “mas eu tenho um cartaz, com uma frase do Evandro aqui na minha sala, que diz – Não temos amigos pra proteger, nem inimigos para perseguir”. Sabem qual foi a resposta de Kamel? “Amaury, o Evandro está morto”.
Era a senha. Algumas semanas depois, Amauri foi derrubado.
Kamel foi o ideólogo da “retomada consevadora” na Globo durante os anos Lula. Amauri foi “exilado” num cargo em Nova Yorque. Patrícia Poeta partiu com ele.
Ele continua em seu blog.
