A entrevista que o presidente da Central Única de Favelas, o admirável Preto Zezé, deu ao Roda Viva nesta segunda-feira é uma enorme aula sobre o Brasil de 2020 e aborda temas que impactam na vida de todos, mais um sopro de esperança no meio deste mês tão intenso.
O grupo canadense Arcade Fire lança a ótima “Generation A”, uma canção de groove marcial, timbres eletrônicos e forte acento político, no programa de Stephen Colbert, em plena noite de eleição para presidente na TV norte-americana.
Há pouco tempo, o líder do grupo Win Butler conversou com o produtor Rick Rubin em seu podcast Broken Record e contou que, durante a quarentena, eles já gravaram o equivalente a dois ou três álbuns.
E pelo visto deve ter algo vindo por aí em breve…
Agora é a vez de Kyle Kyle MacLachlan encarnar o agente Cooper e levar boas vibrações do Fleetwood Mac para Twin Peaks…
“Diane…”
Mesmo à distância, o autor do viral redentor de 2020, Doggface208, encontra-se com um dos fundadores da banda que compôs a música que ajudou a mudar a vibe deste ano, em um programa da BBC. Mick Fleetwood, do Fleetwood Mac, até já gravou uma paródia do clipe que tornou o skatista de 37 anos famoso e não perdeu a oportunidade de agradecer ao responsável por fazer sua “Dreams” voltar a tocar nas plataformas digitais. “Te devemos essa”, disse, não apenas falando pelo grupo, mas também por todo mundo que sentiu o alívio ao assistir aqueles parcos segundos de boa onda.
Mas ainda estamos esperando Stevie Nicks, a autora da canção, aparecer em público sobre este assunto…
A adolescência transformou-se à medida que começou a ser representada no cinema e a partir de filmes de diferentes épocas – e tantas outras séries de TV -, eu e André Graciotti entramos de cabeça num cânone que inclui Rebelde Sem Causa, os filmes dos Beatles, Nos Tempos da Brilhantina, Picardias Estudantis, Skins, Porky’s, os filmes de John Hughes, a Revolta dos Nerds, A Culpa é das Estrelas, Freaks & Geeks, Vidas Sem Rumo, Mean Girls, Malhação, 13 Reasons Why, Barrados no Baile, Superbad, Confissões de Adolescente, That 70s Show, Juno, Sex Education… Cada uma destas obras retratando um momento diferente da sociedade e como a adolescência retrata essas transformações.
Estou comentando cada episódio da série Lovecraft Country, produzida por JJ Abrams e Jordan Peele e inspirada no universo de H.P. Lovecraft num programa semanal chamado Lovecraft Country Blues. Saca só:
Íamos falar de Juntatribo, mas Lovecraft Country, a nova série de horror da HBO, nos fisgou logo após seu primeiro episódio, por isso pulamos o festival indie campineiro para dedicar a edição desta semana do DM à investigação da obra e do personagem que inspiraram a série, o incel chamado H.P. Lovecraft, bem como a história de seu legado e sua mitologia, que foi parar inclusive nas mãos de Alan Moore. Também celebramos as cabeças por trás da série – nominalmente JJ Abrams, Jordan Peele e Misha Green – e descobrimos que o futuro da era de Aquário é o Grande Lebowski.
Lovecraft Country, a nova série de Jordan Peele e J.J. Abrams inspirada na mitologia do escritor de horror H.P. Lovecraft, libera seu último trailer e começa a mostrar seus monstros – especificamente de Cthulhu, o deus supremo deste universo maligno, que finalmente vemos seus tentáculos na tela.
Lovecraft Country estreia dia 16 de agosto, na HBO.
Depois da live de oito horas e de ter aproveitado a brecha no Faustão para mandar a real, Emicida deu mais um passo na escalada que escolheu subir durante este período de quarentena. Se não pode fazer shows, aproveitou o período para consolidar-se de pensador e provocador de discussões. Em mais uma oportunidade, nesta semana, no Roda Viva da TV Cultura, ele foi bem direto em relação aos pontos que prega.
E, na boa? Ele tá certo. Vai longe, esse Leandro.
Quem aguenta ver um filme de quatro horas? Quem aguenta ver uma série com dez episódios de uma hora? Qual é o tempo ideal de um filme? Os filmes da Marvel são uma enorme série exibida no cinema? Mad Men é um filme de dezenas de horas? Eu e André Graciotti não nos apegamos a nenhum filme ou série específicos pra falar sobre tempo gasto – ou aproveitado – assistindo narrativas audiovisuais por horas e horas em mais uma edição do Cine Ensaio.









