O celebrado fotógrafo dos anos 90 virou cineasta para dirigir um filme sobre a vida do primeiro artista que fotografou (Ian Curtis, do Joy Division) e, depois de dois thrillers (Um Homem Misterioso, com George Clooney, e O Homem Mais Procurado, com Philip Seymour Hoffman), volta a contar mais uma biografia. E o alvo da vez também é outro ícone pop sofredor de vida curta – James Dean (vivido pelo mesmo Dane DeHaan que fez Harry Osborn no último Homem Aranha). Life, no entanto, mostra como o fotógrafo da revista que batiza o filme Dennis Stock (vivido por Robert Pattinson) entende que aquele novo ator seria o futuro de Hollywood. O trailer faz o filme parecer promissor:
Não é uma ideia genial nem é um primor de execução, mas esse mashup da abertura da primeira temporada de True Detective com o imaginário de Guerra nas Estrelas é uma amostra de como a cultura pop consegue criar mitologias rapidamente, caso sejam bem realizadas.
…E depois eu falo mais sobre essa segunda temporada de True Detective…
…é uma realidade. Talvez a existência de Ben Stiller possa ser justificada só para que possamos assistir a esse filme.
Enquanto a cinebiografia de Steve Jobs escrita por Aaron Sorkin e dirigida por Danny Boyle não chega aos cinemas, um documentário vem arranhar a aura de líder espiritual do fundador da Apple ao sublinhar que toda seu carisma de popstar e magnetismo visionário eram apenas a fachada de uma pessoa sem amigos e obcecada por trabalho e dinheiro. As credenciais do diretor do filme, Alex Gibney, não são fracas – ele dirigiu documentários sobre a empresa que causou uma crise financeira nos EUA (Enron: Os Mais Espertos da Sala, de 2005) sobre o escritor e jornalista Hunter Thompson (Gonzo, de 2008), sobre o site WikiLeaks (We Steal Secrets, de 2013); sobre o músico africano Fela Kuti (Finding Fela, de 2014) e sobre a cientologia (Going Clear, lançado este ano). Mas mesmo assim muitos fãs da Apple vão reclamar do filme. Fã é foda…
Inspirada no clássico “noir branco” dos Coen, a série Fargo volta no tempo, para o final dos anos 70, e promete uma segunda temporada tão estranha quanto a primeira, com novos personagens – caipiras norte-americanos comuns vividos por velhos conhecidos como Patrick Wilson, Ted Danson, Kirsten Dunst, Nick Offerman e Bruce Campbell, que faz o papel do futuro presidente Ronald Reagan – vivendo dilemas morais e criminais no meio de toda aquela neve. Olha só o trailer:
A Pixar compensou sua ausência dos cinemas no ano passado com dose dupla esse ano – e depois do quase adulto DivertidaMente é a vez de apelar para o lado mais lúdico e infantil com esse novo Bom Dinossauro, que estreia no fim do ano.
Vai ser o novo Rei Leão – e isso sem saber se há morte na história…
A onda de documentários que nos faz rever histórias recentes começa a olhar para um passado um pouco mais distante e o filme Jag är Ingrid – traduzido para o inglês como Ingrid Bergman: In Her Own Words – conta a história da atriz Ingrid Bergman para além do monumento de beleza que ela era, trazendo imagens feitas em sua rotina e muitas registradas por ela mesma, além de usar fotos, trechos de diários e bilhetes que recriam a vida íntima de uma das musas do cinema norte-americano. O filme estreou no festival de Cannes deste ano em maio e deve entrar em circuito sueco no final de agosto. Segue o trailer (em sueco):
Bruce Campbell volta a reviver o clássico sobrevivente Ash, protagonista dos filmes que lançaram a carreira de Sam Raimi, a trilogia iniciada no clássico do horror A Morte do Demônio. Ash x Evil Dead é uma série criada por Raimi para o canal Starz e a primeira temporada terá dez capítulos, começando a partir do dia das bruxas, dia 31 de outubro. E se o clima gore lançado pelo filme original hoje é rotina na televisão, pelo visto a aposta da nova série é no humor infame e explícito, característica das duas continuações de Evil Dead, como vemos no trailer abaixo.
O Arcade Fire anunciou para setembro o lançamento de seu primeiro longa metragem, The Reflektor Tapes, que, segundo a banda, terá lançamento mundial no dia 24. O filme, dirigido por Kahlil Joseph (que já trabalhou com Kendrick Lamar e Flying Lotus), dá uma geral na turnê do quarto disco da banda, Reflektor, que ocupou a agenda dos canadenses no último ano e meio, mas também tem pretensões cinematográficas e artísticas que vão além do velho clichê de “filme de turnê”. O site www.TheReflektorTapes.com trará mais informações sobre o lançamento, inclusive datas de exibição em todos os países em que o filme será mostrado, mas por enquanto traz apenas o trailer e um clipe da excelente “Porno”, ambos abaixo:
Porque alguma coisa boa tinha de sair do trailer desse novo filme do Super-Homem…









