
Bruce Springsteen vem se tornando uma das principais vozes da classe artística estadunidense contra o regime que Donald Trump baixou em seu país, chegando ao cúmulo de ter sua milícia particular assassinando pessoas inocentes, especialmente na cidade de Mineápolis, que tornou-se o epicentro dessa nova tragédia nos EUA. E depois de esbravejar em shows e entrevistas, ele resolveu eternizar essa era de trevas em seu país em uma canção. “Streets Of Minneapolis” em que retoma o tom das canções de protesto à Bob Dylan para descrever o estado decrépito que seu país afunda em violência, mencionando por nome, tanto as vítimas fatais do governo norte-americano (Alex Pretti e Renee Good) quanto os patifes que orquestraram essa desordem, os palhaços de extrema-direita Stephen Miller (vice-chefe do gabinete de políticas públicas da Casa Branca), Kristi Noem (secretária de segurança interna) e, claro, o agente laranja que escangalha de vez os EUA, chamado por Bruce na música de “Rei Trump”. A capa do single não deixa meios-termos ao mostrar um protesto dos cidadãos daquela cidade contra a polícia particular de Trump.
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Como previsto, o Sugar anunciou oficialmente a volta às atividades para além do par de shows e do single que soltaram no ano passado. Quem puxa as atividades de 2026 é o single “Long Live Love” (veja o clipe abaixo), que seu compositor, o líder da banda e fundador do seminal Hüsker Dü, Bob Mould, desenterrou da época em que morou em Washington, capital dos EUA, em 2007, e que reflete a fase DJ que ele atravessava. Bob inclusive menciona a semelhança da canção com um dos seus discos favoritos da vida, o segundo do Garbage (!). Além do novo single (que será vendido como um compacto junto com a música que lançaram ano passado, “House Of Dead Memories”), o grupo também anunciou dezenas de shows durante o ano começando por Nova York, nos EUA, no início de maio para depois fazer Europa até junho e retomar a turnê pelos Estados Unidos entre agosto, setembro e outubro. E nada de América Latina, Oceania ou Ásia por enquanto. Fora que veio mais um single, vieram (muito) mais shows, mas o disco ainda está por vir… Esperamos. Continue

Como de hábito, o bom e velho Marcelo Cabral chega pianinho para mostrar seu terceiro disco solo, que ainda não tem título nem data de lançamento mas começa a tornar-se público com o lançamento do single “O Herói Vai Cair”, parceria sua com o Clima que chega às plataformas no próximo dia 15. E no dia 21 ele sobe no palco do Mamãe com a banda que gravou o álbum (apenas Sophia Chablau na guitarra e Biel Basile na bateria) para mostrar outras canções deste novo trabalho. 2026 promete!

E o David Byrne, que não é bobo nem nada, aproveitou o aniversário do primeiro hit de Olivia Rodrigo para lançar sua versão de “Drivers License”. Assim o talking head sela em disco sua parceria com a jovem geninha do pop, que começou com o dueto dos dois no show dela no festival Governors Ball, do ano passado, quando dividiram os vocais da clássica “Burning Down the House”.
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O Queen aproveitou o natal deste ano para desenterrar uma canção natalina gravada para seu segundo disco que até hoje não tinha sido lançada. “Not For Sale (Polar Bear)” foi composta pelo guitarrista Brian May para o grupo que tinha anteriormente, o Smile, e foi gravada em 1974, mas não entrou na seleção final de Queen II. E à medida em que preparam o relançamento deste álbum para o ano que vem, acharam uma boa oportunidade ressuscitar a faixa, lançando-a na véspera do natal de 2025. Apesar de não soar como se espera de uma canção festiva desta época, a música é boa e prepara o terreno para a nova edição do citado disco.
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Se estivesse vivo, Marc Bolan completaria 78 anos nesta terça-feira e para celebrar o aniversário, sua antiga casa em Londres ganhou a clássica placa azul que a prefeitura local coloca em locais de relevância histórica. Presentes na cerimônia que aconteceu nesta segunda-feira estavam nomes históricos do rock inglês, como o tecladista Rick Wakeman (que tocou com Bolan em discos do T.Rex), Captain Sensible e Rat Scabies do Damned e Bobby Gillespie do Primal Scream, entre outros. O acontecimento foi escolhido também para marcar o lançamento de uma faixa inédita de seu grupo, “I’m Dazed”, gravada no Musicland Studios em Munique, na Alemanha, em março de 1975. Confira fotos do evento e a faixa inédita abaixo: Continue

Autores de um dos melhores discos do ano passado, a dupla Magdalena Bay acaba de soltar um teaser sobre seu próximo lançamento, o single “Second Sleep”, que eles tocaram ao vivo no início deste semestre. Embora tenham anunciado uma versão em vídeo para o excelente Imaginal Disk, já reforçaram que não irão lançar uma versão deluxe do disco, o que leva a crer que o novo single pode ser o primeiro de um novo álbum (ou apenas um teaser para mais um dos minimixes que eles costumam lançar de vez em quando). A música é ótima e a data de lançamento foi marcada para essa sexta-feira e só pelo teaser dá pra ver mantiveram o nível do disco anterior (veja abaixo, junto com a capa do single): Continue

Às vésperas de despedir-se de seu terceiro disco em uma série de shows pelo Brasil, Ana Frango Elétrico lança o segundo single posterior ao lançamento do disco, que acaba funcionando como complemento ao álbum de 2023. Depois da deliciosa “A Sua Diversão” é a vez de ela registrar numa mesma música, as duas versões alheias que toca no show para além do repertório do álbum, quando visita a parceria de Eumir Deodato e João Donato via Marcos Valle, que convidou para participar de sua gravação para “Nâo Tem Nada Não”, que ela emenda com o hit grudento “Gipsy Woman” da hipnotizante Crystal Waters. Coisa fina, saca só: Continue

Sensação psicodélica da década passada, a francesa Melody Prochet revive seu Melody’s Echo Chamber com um sabor mais adocicado que as canções que compunha até há pouco tempo. Em parceria com o norte-americano Leon Michaels – que assina como El Michels Affair -, ela ressurge com a hipnótica “Daisy”, que ao mesmo tempo que ecoa de leve as vibes lisérgicas de seus trabalhos anteriores, prefere focar na tradição da chanson française e nos presenteia com uma pérola doce e solar.
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Las chicas da banda Hinds, espanholas que fizeram um dos discos mais divertidos do ano passado, imortalizaram a versão que fizeram para o hit “Girl (So Confusing)” da Charli XCX que vêm cantando em versão rock desde o início do ano em seus shows, juntando-se às já clássicas versões que fazem para “Spanish Bombs” do Clash e “Davey Crockett” dos Headcoats. Siente el drama: Continue