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Show

Kátia perguntou, Tulipa respondeu. Muita good vibe junta, putamerda. E ela escolheu a deliciosa faixa-título do disco da Karina:

Uma da banda portuguesa Os Quais:

E “10% Cristão” do namorado dela, Rafael Castro:

Ela ainda aproveita pra indicar uma de 2011:

Bem na onda desses dias de sol.

Segue “Se o Caso é Chorar”, que fez parte da noite em que Lulina cantou Tom Zé dentro do festival Conexões que o Ronaldo organizou na Galeria Olido, em 2009.

Baixei quarta passada no +Soma e esses tais Marginals estavam tocando: jazzeira pesada com o Thiago França, que também toca sax e flauta na banda de Lurdez (até filmei o show dela, preciso postar aqui), o Marcelo Cabral no contrabaixo acústico e o Tony Gordin (irmão do Lanny) na bateria. O show tinha um público pequeno (quarta-feira, chuva ameaçando, free jazz), mas isso não impediu os caras se soltarem perdidos rumo a fronteiras sônicas desconhecidas, em improvisos de temas que não têm título. O show faz parte de uma temporada que sempre traz um convidado para a banda e o dessa semana foi o músico Thomas Rohrer, que, com sua rabeca, ajudou o trio a desbravar o desconhecido. O som dos vídeos tá baixinho (o segundo em especial começa quase mudo, só com o baixo), mas vale ver.

National no Brasil

São Paulo já estava confirmado, e o Rio agora está querendo, pra quem se interessar. O vídeo acima eu fiz no show deles que eu fui em Lisboa, em 2008, na mesma viagem em que comecei a filmar shows…

Nesta sexta, George faria 68 anos.

Que cara.

Lissie + ?uestlove

Babee, sempre com um ás na manga.

Marcelo Camelo

Bem boa essa matéria do Ramon sobre o show de lançamento do disco do Jeneci no Rio, no mês passado. Ele consegue várias cenas boas, inclusive as que mostram que o Camelo tá babando no trabalho do cara e vice-versa. E ainda arranca do Jeneci que seu próximo disco vai ser uma onda mais Air (demais!) e que ele quer ser um “operário da música”, em vez de ficar ali, pagando de gênio, esperando a inspiração pintar. E o vídeo ainda tem pontas de Mallu Magalhães e Tulipa Ruiz.

Em maio! Tá lá no site do cara:

5/6/2011 Citibank Hall, Rio de Janeiro, BR
5/7/2011 Jaguariuna Rodeo, Sao Paulo-Jaguariuna Rodeo, BR
5/8/2011 Chevrolet Hall, Belo, BR
5/10/2011 Credicard Hall, Sao Paulo, Brazil
5/11/2011 Credicard Hall, Sao Paulo, Brazil

Quem não gosta de Creedence bom sujeito não é…

Espreguiça… Isso… Sem pressa…

A Inker tá confirmando o Superchunk na Virada Cultural, do dia 14 para o dia 15 de maio desse ano. Vi eles em outubro, no aniversário de 21 anos da Matador em Las Vegas e eles foram a única banda que passou o próprio som, em vez de chamar roadies – como todas as outras, seja Sonic Youth, Yo La Tengo, Belle & Sebastian ou Jon Spencer Blues Explosion. E também não custa lembrar que o Superchunk é a banda dona da gravadora Merge, uma das principais gravadoras indies do mundo, que acaba de faturar o Grammy de Melhor Disco do Ano – porque, nos EUA, o Arcade Fire é da Merge. Ou seja: os caras podiam estar cuidando da grana e em vez disso tão vindo pro Brasil. Tru.

E se você, como eu, estava lá no final dos anos 90 e presenciou sua mega turnê pelo Brasil, um conselho: o show é um incrível flashback para aquela época, uma vez que a banda parece não envelhecer – o baterista Jon Wurster, parece que rejuvenesce, é bizarro. Aliás, Wurster também é humorista (e dos bons, também o vi em Vegas, apresentando uma das noites), não seria nada mal tentar uma apresentação dele em algum lugar, hein… São Paulo já está grandinha pra assistir a programas em inglês.

Clássica a turnê do Superchunk do fim dos anos 90, que passou pelo Rio, BH, São Paulo, Londrina, Piracicaba, São Bernardo, Recife e Brasília acho que Porto Alegre, pertencia a uma fase em que bandas gringas só vinham para o Brasil em grandes festivais – quando vinham. Na época, a Motor Music de Belo Horizonte agitava shows de bandas indies e alternativas norte-americanas e conseguia fazer giros pelo país que valesse a pena para os envolvidos. Como as bandas eram pequenas, sempre topavam. E o Superchunk foi a banda que inaugurou essa série de shows.

Naquele tempo o Trabalho Sujo era uma coluna de papel num jornal em Campinas e uma das brincadeiras que sempre fazia era mudar o logotipo da coluna. Como o Superchunk estava dando esse primeiro rolê pelo país, propus uma cobertura em várias cidades, com textos escritos por amigos meus e cujo logo do Sujo fosse “segurado” pela banda.

A foto é do Serjão. Que época, viu…