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Show

Pelo menos é a vontade de Jorge, como disse em entrevista à Kamille:

O aguardadíssimo show estava previsto para julho, mas esbarrou em diversos empecilhos que o adiaram, como a atribulada agenda do artista, a busca por patrocínio e a necessidade de reunir novamente a banda que gravou o disco. “Ainda estou contactando os músicos. Já falei com o Dadi (Carvalho, baixista que era da banda de Ben Jor na época e saiu para formar A Cor do Som). Paulinho Tapajós, produtor, está vendo isso. Mas o show sai ainda este ano”, garante. Sobre o local, ele sonha: “Theatro Municipal ou Sala Cecília Meireles seria demais”.

Nesse meio tempo, Jorge ainda viu aprovarem no Ministério da Cultura um projeto em seu nome para captação e realização do show, com custo improvável de R$ 8.613. “Imagina, com esse valor não dá nem para começar”, analisa ele. “Não sei como aceitaram um projeto em meu nome sem autorização minha, mas meus advogados estão vendo isso”.

Outra ótima notícia é que ele vai tocar as músicas no violão, com os arranjos originais. “Não toco mais violão porque não combina muito com certas músicas, preciso de um som mais alto”, minimiza ele, sobre o fato de ter trocado o instrumento com que se celebrizou, com uma incrível levada criada por ele — o tal “samba esquema novo”. “Tenho escutado o ‘Tábua’ todos os dias. Tem música ali que eu nem lembrava mais como era”, confessa, ao eleger o álbum seu preferido, ao lado de, justamente, ‘Samba Esquema Novo’ (1963), que o lançou.

Com energia impressionante aos 69 anos, ele, que faz dois shows por semana (“antes eram mais de 200 shows por ano, este ano pedi para diminuir, porque às vezes tinha que viajar para cidades muito distantes uma da outra”), vai rodar o Brasil com o repertório do ‘Tábua’.

Ou tu não tá sabendo desse papo?

Boa noite, personas. Amanhã tem mais.

O Aloe Blacc desse ano? Nada disso: muito melhor. Só na viola agora:

Katy Perry

Outro cover.

Depois de domar a luz parada, Cosko agora também filma – e olha o vídeo que ele e o Daigo fizeram com as imagens das duas apresentações do Superchunk no Brasil.

Sexta WTF. Não para!

Novos Baianos no Ensaio, em 1973. Coisa fina.

Essa “Contact High” é boa demais…

Antes do show tava assim:

Depois ficou assim:

veio o Jairo e deu um trato (além de incluir “Neil Jung”, que não estava prevista):

Curtiu? Dá pra baixar o PDF do poster aqui. E segundo o Jairo, isso é o início de um projeto – outros virão. Aguardemos.

Só vi alguns vídeos (como esse do Marcioka aí em cima), mas o áudio do show apareceu para download, veja aqui.