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Show

Mahmundi outonal

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Bruno linkou duas músicas que mostram a nova atual estação de Mahmundi – mais introspectiva, fria, eletrônica, pensativa -, a inédita “Vem” e uma versão suave pro hit “Calor do Amor”. E aqui está outra canção dessa fase 2013 da moça:

Será que o disco novo vem logo?

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Justin se arriscou no clássico de Otis Redding – e ao lado do mestre Steve Cropper – na apresentação em homenagem ao soul de Memphis na Casa Branca. E não fez feio – embora não tenha arriscado o assobio…

Vi no Bracin.

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Rolou quinta passada, meia horinha de pura doçura psicodélica. Veja abaixo, que beleza:

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Television

Quarta-feira tem show do Television no Beco 203, que descolou um par de ingressos pra quem quiser vê-los na faixa. Ganha quem melhor descrever o estilo do homem-televisão, um dos maiores guitarristas da história, o senhor Tom Verlaine. O resultado sai na terça que vem – e o Beco descolou mais um mimo pro vencedor, que ganha o pôster (da Dani Hasse) autografado por ela!

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O show foi um tico mais longo que o de São Paulo (15 minutos a mais), abriu com “Plainsong” e “Pictures of You”, teve “Primary” no lugar de “Shake Dog Shake” e a primeira parte terminou com “Disintegration” em vez de “End”. O bis do meio foi idêntico ao que rolou em SP () e o final – entre “Dressing Up” e “Killing an Arab” – foi aquela explosão de hits na mesma ordem de toda esta turnê sul-americana. Mas

não foi a ordem das músicas que vez do show de Buenos Aires ser melhor que o de São Paulo, mas as diferentes condições ao redor do palco. Principalmente o fato de não ter área vip – como no Brasil -, que colocou os fãs de verdade na cara de Robert Smith. Era visível a animação da banda inteira ao ver seu público se descabelando a cada hit ou b-side.

Precisamos rever urgente essa obsessão brasileira por área vip (a área vip argentina ficava num canto do estádio, quem pagava a mais assistia ao show com ótima visão do palco e sentado, mas longe da grade). O show também teve direito à já clássica fama do público argentino de entoar os riffs das canções como se fossem hinos de torcida e os porteños ganham ainda mais pontos por não ficarem conversando o tempo todo durante as músicas e na educação ao pedir passagem (isso sem falar na maconha, onipresente, e no álcool, ausente). Os vídeos que fiz já aí embaixo (e a foto lá de cima também é minha):

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Suspendo as atividades por hora pois vou ali pra Argentina tomar outra overdose de Cure em comemoração a uma data linda – o aniversário da minha mulher. Deixo vocês com os vídeos que fiz durante o show que a banda de Robert Smith fez aqui no sábado passado – e não foram poucos. Até a volta!

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Damon-Albarn-Noel-Gallagher-Graham-Coxon

O grande encontro do mês passado (com Graham Coxon e Paul Weller de coadjuvantes) visto de mais perto.

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Essa parte acima é só a primeira página do setlist do show da banda nesta quinta-feira, twittada pelo Globo. A lista completa, disponibilizada pelo Midiorama, segue abaixo:

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Segundo o Dodô, eles tocaram menos músicas que o previsto – e o set ficou assim:

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Em 2011, pude presenciar três shows da banda de Robert Smith na última vez em que eles tocaram seus três primeiros discos na íntegra. As apresentações aconteceram no suntuoso Beacon Theatre, em Nova York, e como deverão ser as apresentações do grupo na nova turnê sul-americana, os shows tiveram mais de três horas, cada. Na sexta-feira foram 46 músicas, no sábado e no domingo, 48 em cada dia. Os shows saíram da sequência dos três primeiros discos da banda e a formação do grupo ia mudando a cada novo disco: nas músicas de Three Imaginary Boys, de 1979, estavam no palco apenas Bob Smith, Simon Gallup e Jason Cooper; nas de Seventeen Seconds, de 1980, este trio era acompanhado de Roger O’Donnell nos teclados; e quando começaram Faith, de 1981, Lol Tolhurst junta-se ao quarteto tocando teclados e instrumentos de percussão.

A primeira parte dos shows era composta pelos três discos tocados na íntegra. A segunda parte – um extenso bis dividido em três partes – era composto pelos lados B da banda na época destes três discos e, em seguida, literalmente por toda a coletânea Standing on a Beach, de 1986, fora as músicas que extras de cada show (o sábado teve “Do the Hansa” tocada pela primeira vez desde 1979 e o domingo teve “Close to Me”). Mais de dez horas de Cure num único fim de semana memorável, que registrei nos vídeos que posto abaixo e sirvo de aperitivo para o show de amanhã em São Paulo. O primeiro show eu filmei inteiro, o segundo quase todo e, do último, só gravei as três últimas músicas.

Mas o melhor é comparar os setlists daqueles shows e ver o proposto para o Brasil e descobrir que 70% do que vão tocar aqui eu não assisti ao vivo. E preparem-se: mesmo gordo e com o cabelo seco, Robert Smith segue com voz intacta e como um dos maiores guitarristas vivos – e sempre conversando, simpático, com seus fãs.

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