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Show

Você já tinha visto a versão crua – pois segue a versão finalizada, bem melhor:

Isso é demais.

Bem foda o primeiro show da temporada 2012 do Prata da Casa. A casa cheia combinou com a lua cheia e Ogi aproveitou a oportunidade para apresentar o trabalho de dos compadres MCs que subiram ao palco com ele (Henrick Fuentes e sua “Chave de Cadeia” e James Ventura com sua “O Rap É Fato”), além de, claro, desfilar suas Crônicas da Cidade Cinza. Filmei uns trechos do show: o video logo abaixo resume o final da noite e os que vêm logo depois têm trechos do começo.

E lembra que semana que vem tem o Cícero, hein!


Ogi – “Noite Fria” / “Talarico” / “A Vaga” / “Profissão Perigo”

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Foi na gravação de um Luau MTV – e o Mateus antecipou o vídeo (valeu!), mas ele não curtiu tanto assim.

E por falar em Sonic Youth, tá rolando um papo que o Thurston talvez traga seu show solo pro Brasil ainda esse semestre…

Imagina…

E por falar em boataria sobre shows, o Lucio lançou a possibilidade do velho Bob voltar a aparecer por aqui ainda esse semestre. Seria o primeiro show do mestre desde sua última apresentação em Londres, em novembro do ano passado, de onde saíram o vídeo de “Forever Young” (com o Mark Knopfler) abaixo:

Dedos cruzados!

Hoje começa a minha curadoria do Prata da Casa, no Sesc Pompéia – e o primeiro nome que escolhi foi o Rodrigo Ogi. Abaixo, o texto de apresentação que fiz para o show de hoje.

Os anos 10 têm sido promissores para o rap nacional, principalmente por consolidar carreiras de artistas que há anos “no corre”. Ogi (nascido Rodrigo Hayashi) é desses: lançou-se no grupo Contra Fluxo e já pichava anos antes de começar a rimar – os grafiteiros Osgêmeos fizeram a capa de seu primeiro disco solo justamente por serem conhecidos desde os tempos do pixo -, mas só lançou seu primeiro trabalho solo agora. Crônicas da Cidade Cinza foi festejado desde seu lançamento no primeiro semestre, terminando o ano entre os melhores discos nacionais de 2010. De título auto-explicativo, o disco tece sua narrativa a partir de diferentes pontos de vista sobre São Paulo em faixas curtas e dirigidas como pequenos filmes, de ambiência estudada e rimas que fogem do óbvio. Em Crônicas vivem o nordestino exilado (“Eu Tive um Sonho”), a vítima de violência policial (“Noite Fria”), o motorista da madrugada (“180 por Hora”), o operário (“Corrida de Ratos”), o motoboy (“Profissão Perigo”) e outros personagens comuns ao cotidiano de São Paulo, todos encarnados por Ogi, sempre em primeira pessoa.

Lembrando que o show começa pontualmente às 21h e os ingressos começam a ser distribuídos (é de graça!) às 20h. A chuva passou, vambora! E na semana que vem tem o Cícero.

Vamos celebrar o gif animado, essa cápsula de imagem sem som que tanto evoluiu dos tempos das sirenes e avisos de “em construção” nos tempos do Geocities e do Tripod e hoje permite registros como esses abaixo, do show de Madonna no Superbowl. Quem precisa assistir ao vídeo?

O Buzzfeed tem mais outros tantos.

Tudo bem que são só pequenos trechos, mas, porra…

E esse é o clássico show em que o Paul Simonon destruiu o próprio baixo – momento capturado pela fotógrafa Pennie Smith que foi parar na capa de um dos melhores discos de todos os tempos, o London Calling:

Segura esse barulho curitibano-sideral.