Lucas descolou dois ingressos pro show novo dele no Sesc Vila Mariana, nessa sexta. Quem anima?
Basta compartilhar o flyer acima no Facebook e depois mandar o link para o email lucas@diginois.com.br – e aí o Lucas avisa quem ganhar como é o esquema de pegar o par de ingressos.
Até o Zico aparece!
E encerrando o segundo mês da minha curadoria no Prata da Casa, tenho o prazer de apresentar uma mestra de um gênero – Dona Cila do Coco vai comandar o baile na choperia nessa terça – e promete ser memorável. Abaixo, o texto que escrevi apresentando-a para o projeto:
Cecília Maria de Oliveira é dessas lendas vivas da música nordestina. Com quase 80 anos e há décadas carregando o cetro do coco, ela só tem um disco lançado. Mas isso é secundário em sua carreira, pois o coco – um dos gêneros tradicionais mais antigos da cultura pernambucano e um dos poucos que já ultrapassa mais de um século de tradição – pertence a um universo necessariamente oral e qualquer tentativa de capturar seu espetáculo acústico de ritmo e melodia falha, justamente por perder a essência viva da tradição que a nobre senhora representa. Sua presença é o carisma personificado e a força intensa do seu cantar – familiar e expansivo ao mesmo tempo – conduz o público a uma utopia pré-industrial, de estrada de terra batida e lampiões a gás. Um espetáculo esplendoroso e enraizado, forte, feminino e doce, que parece tocar a apresentação como uma conversa de comadres, mas que aponta para o sublime.
E os cariocas do Dorgas fizeram mais uma ótima apresentação em São Paulo no Prata da Casa da semana passada, evitando “Fez-se Cristo” e encerrando o show com o “hit” “Loxhanxha”.
Dorgas – “Loxhanxha”
Veja mais vídeos que fiz aí embaixo.
E por falar no Damon, o disco de seu projeto mais ambicioso atualmente – o trio Rocket Juice & the Moon, com Flea no baixo e Tony Allen na batera -, aos poucos começa dar as caras. A linda “Poison” você já conhece – e foi minha música favorita do ano passado. Saca só:
Agora surgem outras faixas do disco que vaza daqui a pouco. A primeira foi essa colaboração com a Erykah Badu, “Hey Shooter”:
…depois trechos curtos de outras faixas, como outra com Badu, “Manuela”:
…”1-2-3-4-5-6″…
…”Leave-Taking”…
…e “Forward Sweep”.
Parece que vem bem…
Lúcio que veio com esse papo, que a banda de Damon Albarn baixaria por aqui no segundo semestre… O Blur seria um nome perfeito pra desintoxicar o Terra do risco de virar um festival pop (depois das expectativas criadas a partir da venda de ingressos a jato, depois do anúncio dos Strokes, no ano passado) e retomar suas raízes indies que o tornam um festival tão particular no cenário brasileiro. Mas embora o Blur seja apenas um dos nomes que podem exercer esse poder – Pulp, Suede, My Bloody Valentine, Wilco e Spiritualized são outros fáceis de se encaixar neste perfil -, ele é certamente o nome mais reconhecível pelo público não-indie.
É só torcer pra não ser no SWU, que aí é difícil…
Abaixo, a música nova que o grupo já apresentou como parte do material inédito que irá lançar ainda este ano.
Dedos cruzados.
Rita Lee pra começar a semana sem se cansar.
E por falar em Legião Urbana, segue a íntegra da apresentação da banda no Programa Livre, em 1994. Olha o repertório:
“Mais do mesmo”
“1965 (Duas tribos)”
“Que país é este?”
“Love in the afternoon”
“Será”
“Tempo perdido”
“Pais e filhos”
“Vinte e nove”
“Perfeição”
Eu não gostei, mas teve quem gostasse, portanto…
Dica do Leonardo.






