
Tá sabendo, né? Nesse fim de semana, no Sesc Pompéia. Pena que não vou estar aí no finde, vai ser um showzaço.
Vi no Radiola Urbana.

Se liga nessa molecada que a Janara encontrou…

Amanhã tem Noites Trabalho Sujo abrindo pro Washed Out em São Paulo, mas quem quiser ir hoje no Rio de Janeiro, basta explicar porque quer assistir ao show de hoje que até às 15h três vencedores levarão um par de ingressos cada (não deixa de mandar o email).
E o resultado da promoção do Lollapalooza sai hoje.

O Trabalho Sujo é um dos sites parceiros da edição brasileira do Lollapalooza e juntos vamos sortear um par de ingressos para o segundo dia do festival. Para concorrer, basta dizer nos comentários abaixo que show do Lollapalooza que você mais gostaria de assistir e por quê. O resultado será anunciado em breve. O vencedor da promoção já foi avisado por email. Agradeço a participação de todos.

Chet Faker é um dos principais nomes em ascensão nas pistas de hoje em dia – esse suingue manhoso, esse soul branco de voz grave e timbres tristes cada vez mais domina o zeitgeist deste início de década. Então imagina ele tocando numa cobertura num domingo de sol?
Foi isso que rolou em Melbourne, na Austrália, transmitido pelo Boiler Room. Abaixo, o vídeo:

Mais uma que o Lucio confirma: Spiritualized dia 28 de agosto no Áudio Club, em São Paulo. Foda!

Confirmado sim: Washed Out no Brasil dia 1° no Rio de Janeiro e dia 2 em São Paulo, com abertura do Pink Mountaintops e, aqui em São Paulo, discotecagem Noites Trabalho Sujo. Eu falei que 2014 aguardava surpresas? Mais informações em breve… O evento é um show promovido pela Converse com ingressos disponíveis via internet através deste link pra quem for do Rio e deste pra quem for de São Paulo. Corre!

O clima descontraído de Stevie Wonder com Nile Rodgers e Pharrell tocando “Get Lucky”, “Le Freak” e “Another Star” no Grammy desse ano estava muito mais à vontade na passagem de som, que tinha, entre os poucos felizardos na platéia, a presença de um Paul McCartney bem empolgado. Ficou demais.
Vi no Consequence of Sound.

O Juntatribo tem um significado especial pra mim pois suas edições marcam minha entrada para o jornalismo. Na primeira, em 93, eu era um menino de Brasília recém-chegado a Campinas e ainda impressionado com a vida cultural de São Paulo (numa época em que a vida social da minha cidade era próxima do zero). Na segunda, eu havia acabado de ser contratado pelo jornal Diário do Povo, o segundo jornal da cidade, depois de passar pouco mais de seis meses colaborando gratuitamente com o jornal, especificamente com o caderno adolescente do título, o Diário Pirata. No mês em que comecei na redação da rua Sete de Setembro, na Vila Industrial, a segunda edição do festival seria realizado e topamos fazer uma edição inteira dedicada ao Juntatribo, funcionando como um guia não-oficial do evento. O Edson Souza encontrou uma versão e a disponibilizou online em sua página do Facebook – reproduzo-a abaixo. E lá se vão 20 anos…

Não é uma pergunta. Um dos nomes mais importantes da música brasileira se explica ao teclado, conversando fiado, esquecendo-se dos anos e lugares pois sua entrega é total à música. No último dia do mês passado, celebrando o aniversário do clássico disco Quem é Quem, de 1973, João Donato revisitou seus próprios standards em excelente companhia. Num show bolado pelo compadre Ronaldo e apresentado no teatro do Sesc Pinheiros, João recebeu novos e velhos amigos – as cantoras Mariana Aydar e Tulipa Ruiz (que arrepiou os pelos da nuca do público numa “Até Quem Sabe?” deslumbrante), o mestre Marcos Valle e uma versão amaciada do Bixiga 70 – e fez um show sublime, uma ode à sua própria musicalidade preguiçosa e audaz. Fiz uns vídeos e postei aí embaixo, quem quiser conferir se estou exagerando é só apertar o play – e boa viagem (e quem quiser saber mais sobre o Quem é Quem, o Ronaldo criou uma tag em seu blog só pra falar do disco)