Trabalho Sujo - Home

Show

Pra começar bem o sábado.

Só precisa esperar um tanto que o show de verdade começa lá pelos sete minutos. Mas quando começa, olha o setlist…

“Satisfaction”
“Don’t Let Me Lose This Dream”
“Soul Serenade”
“Groovin’”
“A Natural Woman”
“Come Back Baby”
“Dr. Feelgood”
“Since You’ve Been Gone (Sweet, Sweet Baby)”
“Good To Me As I Am To You”
“I Never Loved A Man (The Way I Love You)”
“Chain of Fools”
“Respect”

Dica do Brancatelli.

Lucio confirmou.

Seríssimo candidato a show do ano, hein. Vi ano passado no Hyde Park, em Londres, e, mesmo naquela situação (ao ar livre, festival, muvuca, depois de mil bandas), foi fantástico. Imagina sob condições ideais de temperatura e pressão, repertório completo… Saca uns vídeos que fiz aí embaixo:

Continue

Gênio indiscutível.

~

Não custa lembrar que o a versão da Criterion do Monterey Pop do D. A. Pennebaker saiu esse ano

Vamo começar a terça direito?

A dupla de indie folk paulistana Onagra Claudique é a atração de hoje no Prata da Casa do Sesc Pompéia. O esquema é aquele de sempre: chega uma hora antes do show (que começa às 21h) e retira seu ingresso de graça na bilheteria. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto sobre a banda:

Duas novas tradições correm em paralelo na músicaclaramente acústica brasileira e pouquíssimas vezes se cruzam. De um lado, há uma MPB influenciada pelos violões e clima pastoril de uma música mineira que começa no Clube da Esquina e que, vez por outra, flerta com certo indie rock mais introspectivo e tímido. Do mesmo jeito, há uma safra de bandas indies brasileiras que, como parte de um movimento global, redescobre os prazeres da música acústica através da música folk norte-americana ou britânica. Entre as poucas intersecções, os paulistanos do Onagra Claudique destacam-se por explorar por completo este horizonte de acordes maiores e texturas claras, com pouco sotaque urbano. Formado por Roger Valença e Diego Scalada, o grupo lançou seu primeiro EP – A Hora e a Vez de Onagra Claudique – este ano, após gravá-lo em São Paulo, sob a produção de Mauro Motoki, do Ludov, e masterizá-lo no Sterling Sound, em Nova York. O resultado soa tão Fleet Foxes quanto Lô Borges, tão Bon Iver quanto Rosie & Me, mesmo que cantando sempre em português.

Em Barcelona e no Porto. Quem vai?

80 mil sul-coreanos recepcionaram o primeiro astro global pop daquele país em um show que culminou com a explosão de catarse do hit “Gangnam Style” entre dezenas de milhares de conterrâneos de Psy, na semana passada. Sente o drama:

E lá se vem mais uma versão do hit coreano, dessa vez, com uma banda de escola:

Ontem foi o Johnny Marr que disse nem pensar sobre a possível volta dos Smiths aos palcos no ano que vem e hoje veio o Morrissey, através de seu representante, divulgar que:

“The Smiths are never, ever, ever, ever, ever, ever, ever, ever going to reunite – ever,”

Então tá, né.