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Show

tame-impala-outkast

E esse cover, pelamordedeus?

Dica do Danilo.

blur2013

Nem bem o Planeta Terra anunciou sua sétima edição este ano e o jornal Destak já crava que a atração principal do festival será o Blur. Aí sim!

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Eles anunciaram a volta em seu próprio site – e assim:

and of water course womb rume is a wandering the welkin woman whose fune caul is all umbilical cord code that comes equipped with read volve vît curtains that čun seel my văl én tich radio reason in remembrance of mademoiselle gabrielle and her wone tym pad lock of burd language as it borders on twin tolk the wolk king wall of woolpack pigeons pointing to the fly blind readers riddle and his rian boh

Na prática, esses são os cinco shows:

22 de outubro, com Elf Power, no 40 Watt Club, em Athens, Georgia, nos EUA
23 de outubro, com Half Japanese, também no 40 Watt Club, em Athens, Georgia, nos EUA
25 de outubro, com Half Japanese e Daniel Johnston, no Thomas Wolfe Auditorium, em Asheville, na Carolina do Norte nos EUA.
28 de novembro, no Hostess Club Festival, em Taipei, Taiwan
1 de dezembro, no Hostess Club Festival, em Tóquio, no Japão

E não duvide se essas forem só as primeiras datas…

pil2013

Depois de George Clinton e dos Black Star, mais uma atração gringa é confirmada na Virada Cultural deste ano – e o melhor é que a banda de John Lydon toca no Sesc Pinheiros! Vou perder porque coincide com uma viagem, mas pode ir que é showzaço.

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Basta dizer aí embaixo qual é a melhor música do Pavement e porque Malkmus deveria tocá-la em seu show solo que você estará concorrendo a um par de ingressos para o show de segunda-feira, no Beco 203, em São Paulo. O resultado sai no dia do show.

malkmus-terca

E pra ganhar um par de ingressos pro show de terça, também no Beco 203 de São Paulo, com o detalhe de ser open bar, basta dizer qual é a melhor música da carreira solo do líder do Pavement – e porquê. O resultado também sai no dia do show.

thecureconcierto

E as três horas e poucos minutos de show que o Cure fez em cada apresentação aqui na América do Sul foram tranquilamente ofuscadas pelo verdadeiro tour de force de QUATRO HORAS de música ao vivo na Cidade México que a banda de Robert Smith completou neste domingo, no mesmo dia em que o vocalista e líder da banda completava 54 anos (acho engraçado o fato de ele ser exatamente um ano mais velho que Brasília). Além do setlist idêntico ao que tocou nos shows por aqui (veja abaixo), Robert Smith ele tocou as duas sequências de músicas que alternou nas apresentações no Rio e São Paulo (em SP tocou “The Kiss”, “If Only Tonight We Could Sleep” e “Fight”; no Rio teve “Plainsong”, “The Same Deep Water as You” e “Disintegration”, no México, tocou todas as seis), se deu ao luxo de comemorar seu aniversário tocando, sozinho, “Three Imaginary Boys” e “Fire in the Cairo”, do primeiro disco da banda, e o estádio Foro Sol ainda foi chacoalhado por um terremoto que, felizmente, não causou vítimas. O editor-chefe do blog Side-Lines, Bernard Van Isacker, descreveu como foi o susto:

“I thought that I was loosing my balance as I felt the ground drifting away from under my feet. Then people started screaming and I was told that an earthquake was taking place. I could see those big station spot posts shaking back and forth as if there was a huge storm taking place. Instantly all communication via mobiles was also interrupted as thousands were trying to call their family. I guess Robert Smith had not better way to celebrate his birthday today.”

A foto que ilustra o post é da CNN.

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GEORGE-CLINTON

Sim! O senhor P-Funk dá as caras na Virada Cultural 2013, do dia 18 pro dia 19 de maio, e ainda traz na bagagem o Black Star de Mos Def e Talib Kweli na bagagem. Que boa notícia!

tomverlaine

Tudo bem que, fora Jimmy Rip – o segundo guitarrista que assumiu o posto depois que Richard Lloyd deixou a banda em 2007 -, o Television que se apresentou na quarta passada no Beco era o mesmo que havia gravado Marquee Moon. Era o mesmo Billy Ficca de cabelo descolorido e comprido firme na bateria e o mesmo Fred Smith, que a idade transformou num tiozão do churrasco, com o mesmo baixo forte e preciso. Mas o show era – como sempre foi – de Tom Verlaine. É ele quem ergue a banda a um nível extraterreno, que disse o célebre Ahmet Ertegün, da Atlantic, ao se recusar contratá-los por considerá-los música de outro planeta. Seus épicos urbanos são cantados com uma voz ao mesmo tempo doce e resmungona e ele floreia estas composições que remetem a um Bob Dylan indie com uma guitarra magistral, de ângulos improváveis, tocada com o polegar, sem palheta.

No show desta semana, a terceira passagem da banda por São Paulo, não foi diferente. Embora a harmonia entre os quatro seja incandescente e do substituto Jimmy Rip faça jus às frases originais de Richard Lloyd, o holofote naturalmente cai sobre Verlaine. Isso acontece justamente pelo instrumental de sua banda orbitar ao redor da força gravitacional gerada pela alternância dos versos de suas canções mundanas e de seu timbre elétrico ímpar. É a mistura improvável de canções mundanas e solos transcendentais que formam o coração e o cérebro do grupo. E o fato do homem Television ter o dobro da idade da média da platéia do Beco não o torna tão distante daquela realidade – a fauna da rua Augusta em 2013 não é muito diferente da Nova York do final dos anos 70, talvez mais populosa. Mas descer a rua paulistana antes de assistir aos nova-iorquinos foi uma experiência complementar ao show. Grisalho e de cabelo curto, Verlaine parecia mais um velho punk disposto a cantar as glórias de seu tempo, mas bastou a banda começar a tocar e suas duas vozes – a da garganta e a da guitarra – pareciam estar falando sobre a rotina daquele lugar, em São Paulo.

Entre clássicos e músicas menos conhecidas, a banda começou o show pontualmente às 11 da noite e segurou quase duas horas de apresentação, com poucas músicas durando menos que cinco minutos. O grupo até arriscou uma música nova e uma versão de “Persia” com vocal e letra, fazendo jus à sua lenta tradição de moldar canções com o passar das décadas. Afinal, lá vão quase quarenta anos desde o primeiro disco e a discografia oficial do Television, sem contar os discos ao vivo, tem apenas três discos de inéditas. O público, mais velho e mais intenso que o que assistiu ao Toro y Moi duas semanas antes naquele mesmo lugar, pedia músicas da clássica estréia da banda no grito e fechava os olhos em transe durante os longos solos de guitarra. E depois dos doze minutos de “Marquee Moon” ao vivo, a banda ainda voltou para um bis com “Psychotic Reaction” do Count Five, um clássico do protopunk psicodélico, fechando a experiência como se o Television fosse uma banda adolescente.

Fiz uns vídeos, confira abaixo.

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Mahmundi outonal

mahmundi-2013

Bruno linkou duas músicas que mostram a nova atual estação de Mahmundi – mais introspectiva, fria, eletrônica, pensativa -, a inédita “Vem” e uma versão suave pro hit “Calor do Amor”. E aqui está outra canção dessa fase 2013 da moça:

Será que o disco novo vem logo?