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Show

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O trio Metá Metá – formado por Thiago França, Kiko Dinucci e Juçara Marçal – despede-se de 2018 nesta quinta, a partir das 21h, e conta com Marcelo Cabral no baixo e Mariá Portugal na bateria – corre que os ingressos estão acabando (mais informações aqui).

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O grupo de hardcore de Santos Garage Fuzz deixa a eletricidade de lado para focar na melodia e nos arranjos a partir das 18h neste domingo no CCSP – mais informações aqui.

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Duas bandas indies da gravadora Balaclava – a curitibana Marrakesh e a paulistana Terno Rei apresentam-se neste domingo, na Sala Jardel Filho, a partir das 20h (mais informações aqui).

Foto: Leandro Dazo

Foto: Leandro Dazo

O épico show que os Racionais MCs fizeram no sábado passado pode ter iniciado um dos capítulos mais importantes da maior banda em atividade no Brasil. Escrevi sobre isso na minha coluna Tudo Tanto, no site Reverb, confere lá.

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Maurício Pereira e Luiza Lian são convidados da noite Fugitivos, organizada pelo Coral Jovem do Estado na Sala Jardel Filho do Centro Cultural São Paulo, de graça, a partir das 19h. Os dois cantam músicas do próprio repertório arranjadas por nomes como Arthur Decloedt e Thiago França ao lado do Coral e uma banda formada por Henrique Alves no contrabaixo, Tonho Penhasco no violão e guitarra, Charles Tixier na bateria e Gabriel Levy no piano (mais informações aqui).

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Autor de um dos melhores discos desta década, o rapper paulistano Rincon Sapiência apresenta-se nesta quinta e sexta, a partir das 21h (mais informações aqui).

CCSP: Centrífuga

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Começa nesta quinta-feira, o projeto Centrífuga, idealizado pelo diretor do Centro Cultural São Paulo Cadão Volpato, que investiga o processo de criação nas diferentes áreas regidas pelas curadorias artísticas do espaço. Como curador de música, propus um espetáculo aberto que mostrasse a produção envolvendo rimas e ritmos: de um lado vem o percussionista Ari Colares e do outro o MC Kamau. Ambos convidaram novos talentos de suas áreas e quinta e sexta começam a trabalhar internamente em temas e formatos nas salas de ensaio do CCSP, para depois começar a executar o espetáculo de forma aberta ao público no sábado, das 15h às 18h, culminando com uma apresentação gratuita no domingo às 18h – ambas apresentações na Sala Adoniran Barbosa (mais informações aqui). Há outras atividades envolvendo cinema, teatro, literatura, artes plásticas e além durante estes quatro dias na virada de novembro para dezembro (mais informações aqui). Abaixo, o texto que escrevi para o catálogo do projeto:

Entre rimas e ritmos
A aproximação de percussão e rimas de rap num espetáculo criado em frente ao público

O segredo do sucesso do rap foi reduzir a banda ao par de vitrolas do DJ. Ao deixar os músicos de lado para focar no ritmo e no vocal, uma das principais culturas musicais contemporâneas inventou um instrumento musical a partir de um equipamento de som. Mas também foi em busca das raízes da história da música, quando antes da invenção de quaisquer instrumentos, o ser humano cantava com a voz e com ritmo.

Porque a vitrola, nas mãos do DJ, é um instrumento de percussão. É um atabaque com timbres sampleáveis, um bongô pós-moderno que permite que as batidas soem com timbres de sopro, metais, cordas, vozes e possam expressar uma musicalidade própria. Assim, a curadoria de música do Centro Cultural São Paulo propõe a colaboração entre música erudita e popular, rappers e percussionistas, em busca de conexões que estão na base da musicalidade humana.

É a partir desta constatação que pensamos na atividade do Centrífuga, que atravessará os dias 29 e 30 de novembro e 1° e 2 de dezembro abrindo a possibilidade para o público acompanhar o processo de criação de um espetáculo. Convidamos dois craques de duas áreas diferentes – o rapper Kamau e o percussionista Ari Colares – para escolher novos talentos e mostrar uma apresentação que reunisse ritmo e poesia, usando o rap como base para criar novos diálogos com instrumentos de percussão.

Kamau é um dos principais nomes do rap deste século no Brasil, tendo começado a rimar ainda nos anos 1990 e participado de grupos como Consequência e Quinto Andar. Sua carreira solo começou há dez anos e ele esteve envolvido com os principais nomes da cena brasileira, sempre em destaque.

Ari Colares, por sua vez, é um dos principais percussionistas do país. Acompanhou nomes como Arnaldo Antunes, Naná Vasconcelos, Yamandu Costa, Pena Branca e Xavantinho, Mônica Salmaso, Paquito D’Rivera, além de atrações internacionais como Ricky Martin e Winton Marsalis. Também é professor de percussão na Escola de Música do Estado de São Paulo.

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É com imensa satisfação que anuncio que o último show do Centro da Terra em 2018 é a primeira apresentação paulistana de um ousado projeto que finalmente é lançado. Depois de anos recriando em estúdio Coisas, disco clássico que o músico e arranjador pernambucano Moacir Santos lançou em 1965, o produtor conterrâneo Rodrigo Coelho, que apresenta-se sob a alcunha de Grassmass, por fim lança seu Coisas2018, em que revisita uma das mais importantes obras do jazz brasileiro à luz da música contemporânea, injetando elementos de música eletrônica e de pós-produção. Nesta primeira apresentação, que acontece nesta terça-feira, dia 4 (mais informações aqui), ele contará com as presenças de Bruno Bruni e Thomas Harres para transpor este monumento a um dos maiores – e infelizmente ainda pouco conhecido do grande público – nomes da música brasileira para o palco. Conversei com Coelho sobre este projeto e a primeira incursão ao vivo no ano de seu lançamento – e ele antecipa uma das faixas em primeira mão para o Trabalho Sujo.

https://soundcloud.com/uivorecords/grassmass-coisa-n-5/

Como você conheceu o Coisas?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/rodrigo-coelho-como-voce-conheceu-o-coisas

Como surgiu a ideia de fazer um tributo a este disco?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/rodrigo-coelho-como-surgiu-a-ideia-de-fazer-um-tributo-a-este-disco

Como foi o desafio de recriar o Coisas neste outro contexto?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/rodrigo-coelho-como-foi-o-desafio-de-recriar-o-coisas-neste-outro-contexto

Como é o Coisas2018 ao vivo?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/rodrigo-coelho-como-e-o-coisas2018-ao-vivo

redemunho-centro-da-terra

Semana que vem encerramos os trabalhos de música em 2018 no Centro da Terra e a primeira atração desta semana de conclusão de ano é a estreia do projeto Redemunho, da baterista do Quartabê Mariá Portugal. Concebido originalmente para ser realizado na rua, o projeto abre conversas musicais de improviso livre com artistas convidados e para esta primeira edição, Redemunho Zero, ela convidou os músicos Maurício Takara, Marcelo Cabral, Joana Queiroz, Bella e Thomas Rohrer para um salto no abismo dos sons (mais informações aqui). Bati um papo com ela sobre o projeto, sua relação com os outros músicos e sobre o conceito de improviso livre no contexto de sua sessão.

O que é o Redemunho Zero?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/maria-portugal-o-que-e-o-redemunho-zero

Fale sobre os músicos que participarão desta primeira edição.
https://soundcloud.com/trabalhosujo/maria-portugal-fale-sobre-os-musicos-que-participarao-desta-primeira-edicao

Improviso livre é vale tudo?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/maria-portugal-improviso-livre-e-vale-tudo

Há algo pré-definido antes de vocês entrarem no palco?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/maria-portugal-ha-algo-pre-definido-antes-de-voces-entrarem-no-palco

coquetelmolotov2018

Depois de uma bem sucedida edição em 2018, o Coquetel Molotov finalmente chega a São Paulo. Depois de se espalhar por algumas cidades do país (como Salvador e BH) e namorar a vinda pra São Paulo há um tempão, o festival pernambucano realiza sua primeira edição paulistana com gosto e reúne Boogarins, Tuyo, Baco Exu do Blues, Maria Beraldo, Edgar, Coletividade Namíbia e um encontro incrível entre Alessandra Leão, Karina Buhr e Isaar nesta sexta-feira, dia 30, no espaço The Week, pertinho do Sesc Pompeia (mais informações aqui). Bati um papo com a criadora do festival, Ana Garcia, que também antecipou os horários dos shows em primeira mão para o Trabalho Sujo (veja abaixo), além de liberar um par de ingressos para sortear entre os leitores do site. Para concorrer, basta comentar abaixo qual a atração que você mais gostaria de assistir e por quê (e não se esqueça de incluir seu email para que eu possa entrar em contato).

O que é a edição paulistana do Coquetel Molotov?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/ana-garcia-o-que-e-a-edicao-paulistana-do-coquetel-molotov

Desde quando você quer trazer o festival para São Paulo e quais foram as principais dificuldades?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/ana-garcia-desde-quando-voce-quer-trazer-o-festival-para-sp-e-quais-as-principais-dificuldades

O que caracterizaria o Coquetel Molotov para o público paulistano?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/ana-garcia-o-que-caracterizaria-o-coquetel-molotov-para-o-publico-paulistano

Fale um pouco de cada uma das atrações e o que esperar de cada show.
https://soundcloud.com/trabalhosujo/ana-garcia-fale-um-pouco-de-cada-uma-das-atracoes-e-o-que-esperar-de-cada-show

Em que outras cidades você está fazendo mais edições do festival este ano?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/ana-garcia-em-que-outras-cidades-voce-esta-fazendo-mais-edicoes-do-festival-este-ano

A intenção é manter a edição paulistana anual?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/ana-garcia-a-intencao-e-manter-a-edicao-paulistana-anual

Horários do Coquetel Molotov em São Paulo

19h: Boogarins (Palco Coquetel Molotov)
20h: Tuyo (Palco Monkeybuzz)
21h: Karina Buhr + Alessandra Leão + Isaar (Palco Coquetel Molotov)
22h: Maria Beraldo (Palco Monkeybuzz)
23h: Edgar (Palco Sonic)
0h: Baco Exu do Blues (Palco Monkeybuzz)
1h: Coletividade Namíbia (Palco Sonic)