Dois grupos veteranos do hardcore paulista – o Polara e O Inimigo – apresentam-se no palco do Centro Cultural São Paulo nesta quinta, às 21h (mais informações aqui).
“O nome Hiato veio da ideia de descobrir esse espaço de intersecção entre as nossas composições, de que modo elas se comunicam, e o que trazem em comum”, o violoncelista baiano Filipe Massumi explica a origem do título do encontro que realiza nesta terça-feira, 23 de julho, no Centro da Terra, com o pianista pernambucano Zé Manoel. Os dois vêm de momentos de entressafra criativa e misturam suas influências e composições no pequeno palco do Sumaré (mais informações aqui) e Zé Manoel disseca como este encontro funcionará e o que pode vir para além desta noite na conversa que tive com ele a seguir.
Psicodelia e rock progressivo se encontram neste domingo, às 18h, no Centro Cultural São Paulo, quando as bandas Applegate e Monstro Amigo apresentam a sexta noite do Centro do Rock 2019 (mais informações aqui).
Neste sábado, o Centro do Rock do Centro Cultural São Paulo apresenta duas apostas indie: a baiana Jadsa e os paulistanos Gumes, que se apresentam no mesmo palco a partir das 19h (mais informações aqui).
Maior satisfação receber o querido Thomas Harres na segunda sessão da série Trabalho Sujo Apresenta na Unibes Cultural, nesta sexta-feira, dia 19 de julho, a partir das 20h. O espetáculo Soños é um mergulho interior simbólico, um espelho dos céus, uma reverência à lua e ao tempo, em que Thomas Harres, músico e produtor musical, convida ritmistas para uma imersão coletiva percussiva no universo dos tambores das mais diversas origens. Na noite do dia 19 a Lua adentra o reino das águas em Peixes e Júpiter e Marte incendeiam os céus no fogo sagitariano e ariano respectivamente. Essa noite vamos mergulhar de encontro aos abismos vulcânicos submarinos, que criam a terra fresca e recém nascida da lava vulcânica que pulsa no coração da terra. Os tambores anunciam esse nascimento lento e poderoso do planeta que leva o nome de sua carne! Com a participação de Larissa Braga, Fumaça, Pablo Carvalho, Pacato e Thiago Silva, além de visuais de Alberto Harres. Os ingressos estão sendo vendidos neste link e você pode confirmar a presença no evento aqui.
Duas bandas instrumentais – uma, a Camarones Orquestra Guitarrística, inspirada pela surf music e outra, o Huey, pelo metal – se apresentam nesta quinta, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Quando o contrabaixista Marcos Paiva definiu o conceito de Slamousike, espetáculo que ele apresenta nesta terça-feira no Centro da Terra com seu sexteto e os MCs Max B.O e Kivitz, ele tinha plena convicção que a sobreposição entre jazz e rap ia para além do casamento musical. Observava os dois gêneros – cada um à sua maneira – como vertentes musicais radicais que funcionavam como músicas de protesto negro e o parentesco musical das duas culturas encontra-se no palco do teatro do Sumaré a partir das 20h (mais informações aqui). Bati um papo com ele sobre as origens do espetáculo e as inevitáveis conotações políticas desta fusão musical.
Domingo é dia de pós-punk, synth pop e dark wave no Centro do Rock do Centro Cultural São Paulo, com shows das bandas Scarlet Leaves e Der Baum na Sala Adoniran Barbosa a partir das 18h (mais informações aqui).
Neste segundo dia do Centro do Rock 2019, as bandas paulistas The Mönic – esta lançando seu primeiro disco, Deus Pício – e Violet Soda apresentam-se neste sábado, às 19h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
É disso que as lendas são feitas: os poucos registros em vídeo do Velvet Underground em sua breve existência ajudam a aumentar a aura que o torna uma das bandas mais importantes dos últimos cinquenta anos. Por isso é sempre motivo para comemorar quando surge algum trecho da banda em vídeo – e foi o que acabou de acontecer nos Estados Unidos, quando, ao digitalizar parte do acervo da Southern Methodist University, em Dallas, foram descobertas imagens do grupo ao vivo – e a cores – em um show em 1969.
Os registros trazem a banda em sua formação final, com Doug Yule substituindo John Cale. Mas três de seus pilares iniciais estão lá: o cantor e compositor Lou Reed, o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen “Mo” Tucker. A banda foi chamada para participar do Dallas Peace Day, um protesto contra a guerra do Vietnã realizado no dia 15 de outubro daquele ano e, infelizmente, a maior parte dos registros não tem som. Os que tem mostram a banda tocando “I’m Waiting for the Man”, “Beginning to See the Light” e “I’m Set Free” e uma entrevista com Sterling Morrison. Mas só de ter imagens em movimento e a cores da banda já é um achado e tanto, saca só:
Vi no Dangerous Minds.










