Linn da Quebrada apresenta-se neste domingo no Centro Cultural São Paulo, às 18h, quando mostra pela primeira vez ao vivo seu novo single, “Oração” (mais informações aqui).
Acompanhada dos dançarinos da Guiné Youssouf Koumbassa e Djanko Camara, a afro big band paulistana Höröyá apresenta o espetáculo de música e dança XirêFoli neste sábado, na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo, às 19h (mais informações aqui).
Que prazer receber o grande Kiko Dinucci, guitarrista do Metá Metá e um dos principais músicos e compositores de sua geração para a noite de abertura de mais uma curadoria com a minha assinatura: a Sexta Trabalho Sujo acontece toda sexta no Estúdio Bixiga, sempre às 21h30, e nesta primeira sessão o mago de Guarulhos mostra alguns de seus clássicos, além de músicas que estarão em seu segundo disco solo, que será lançado no ano que vem (mais informações aqui). Vamos?
A banda californiana Rage Against the Machine acaba de anunciar em sua conta no Instagram que voltará a fazer shows no ano que vem usando a já épica foto de Susana Hidalgo do recente levante chileno.
Entre as datas, duas em Índio, na Califórnia, com a distância de uma semana – ou seja: headliner do Coachella 2020.
Tenho o prazer de anunciar, como parte das comemorações dos 24 anos do Trabalho Sujo, que acontecem neste mês de novembro, que a curadoria das sexta-feiras no Estúdio Bixiga está sob os meus cuidados. A Sexta Trabalho Sujo trará sempre shows de artistas consagrados ou em ascensão para o palco da casa que fica em frente à praça do Bixiga, sempre às sextas, a partir das 21h30. E os nomes que começarão este primeiro mês são cinco: Kiko Dinucci, dia primeiro, mostrando sozinho novidades que deverão resultar em seu próximo disco (mais informações aqui); Luiz Chagas, que recebe Suzana Salles e outros convidados no dia 8; dia 15 é a vez da rapper mineira de ascendência chilena Brisa Flow; depois temos a ótima banda nova Crime Caqui para finalmente fechar o mês com os queridos Garotas Suecas, dia 29. Mais um ciclo que começa, vamos lá! O Estúdio Bixiga fica na rua Treze de Maio, 825, e os ingressos custam R$ 30 (R$ 15 antecipado aqui).
O grupo Música de Montagem, liderado pelo cantor e compositor Sérgio Molina, encerra a programação de outubro do Centro Cultural São Paulo nesta quinta-feira, a partir das 21h (mais informações aqui).
Quem encerra o mês de outubro no Centro da Terra é a cantora paulistana Paula Santisteban, que traz seu disco de estreia – batizado apenas com seu nome – para o palco do teatro no Sumaré num formato intimista e inusitado: voz, guitarra e sopros. Ao lado do marido, o guitarrista e diretor musical Eduardo Bologna, ela revisita o álbum, produzido por Carlos Eduardo Miranda, na ordem, recriando a atmosfera ao mesmo tempo aconchegante e grandiosa neste novo formato, a partir das 20h (mais informações aqui). Bati um papo com ela sobre o que esperar da apresentação desta terça-feira, dia 29 de outubro.
O que é Janelas da Cidade?
Janelas da cidade é o nome da primeira música do meu primeiro disco solo. Ela representa muito do conceito de todo o trabalho. A canção é muito visual, fala sobre um final de tarde em tons de azul, laranja e rosa. Essa ideia de tarde quase noite, em que os olhos piscam pra se adaptar por conta da mudança da luz. A cidade é grande de manhã e as janelas são parte da paisagem dura e impessoal, quando fica escuro, as janelas começam a acender e a gente enxerga muitos mundos diferentes por dentro. A cidade fica menor à noite, mais íntima, mais pessoal. Esse show traz essa intimidade, essa cara de uma das caixas da cidade sendo olhadas por uma fresta.
Quem fará parte desta apresentação?
Eu e Eduardo Bologna conversamos e resolvemos mostrar os detalhes do disco, já que ele tem muitas vertentes e histórias musicais dentro dele, é um disco grande com orquestra completa, teclados, guitarra, baixo e batera. Resolvemos olhar só para os sopros. Será um show de guitarra e sopros. Eduardo Bologna (guitarra) Ed Côrtes (saxofone e clarinete), Daniel Allain (saxofone e flauta), Nahor Gomes (trompete) e Paulo Malheiros (trombone). A direção Musical é do Eduardo Bologna e os arranjos de metais e madeiras do Ed Côrtes.
Qual será o repertório deste show?
Depois do lançamento do disco fizemos uma turnê por teatros do Brasil tocando esse disco, esse show faz parte da despedida desse trabalho. Portanto, tocaremos o disco inteiro em sua ordem que conta com composições minhas e do Edu, com Fábio Góes, Tchello Palma e Tim Bernardes. Além dessas farei uma ou duas inéditas de Roberto e Erasmo e Lô Borges. Tenho feito sempre alguma de surpresa fora do repertório, ou uma inédita que compõe o novo disco, ou de acordo com o lugar, o público e momento escolhemos a trilha.
Qual é a diferença entre tocar em um teatro em comparação com casas de shows?
Eu amo tocar em teatros. Basicamente tenho tocado em teatros quase toda minha vida artística. Com o projeto de Educação que tenho com Edu há mais de quinze anos, fazemos uns 40 shows por ano sempre em teatros. Com meu trabalho não foi diferente, acabei fazendo uns dois shows em casas de shows, mas os outros todos foram em teatros. Resolvi escolher no Brasil teatros que têm alma. Toquei em vários incríveis, posso citar alguns, o Theatro Municipal de Sobral no interior do Ceará, no Teatro Polytheama em Jundiaí, no Teatro Paulo Moura em São José do Rio Preto e o incrível Theatro Municipal de São João da Boa Vista. O Centro da Terra faz parte dessa lista, um teatro intimista e descolado com clima a la David Lynch, uma pérola em SP. E é a cara desse formato somente com sopros. Estou muito feliz em levar esses músicos e minha música para esse lugar, um encaixe perfeito.
A banda indie catarinense La Leuca apresenta-se neste domingo no Centro Cultural São Paulo, às 18h, com abertura do vocalista da Lupe de Lupe, Vítor Brauer (mais informações aqui).
O rapper gaúcho Zudizilla encerra as comemorações de 20 anos da gravadora YB ao lado de um trio de jazz, nesta sexta, às 22h, no Estúdio Bixiga (mais informações aqui).
Que satisfação poder receber a cantora cearense Soledad no palco do Centro da Terra, nesta quinta-feira, 24 de outubro, a partir das 20h (mais informações aqui). Ela estende seu disco Revoada, lançado neste ano, num formato narrativo que vai para além do repertório do disco, com participações que incluem nomes como Alzira E, Fernando Catatau, Júnio Barreto, Bárbara Eugenia, Julia Valiengo e vários outros convidados. Conversei com ela sobre o que podemos esperar desta apresentação.










