Acredite: estão jogando quadribol no Brasil
Deu na Globo.
Deu na Globo.
Deu no FT:
São Paulo and Rio de Janeiro soared up the rankings this year to 1oth and 12th place worldwide (from 21st and 27th last year), making them the most expensive cities in the Americas, north or south.
Se liga:
Isso deu pra sentir na pele na viagem: uma refeição em Londres não aparentava a facada que parecia ser se comparada aos preços paulistanos. Bizarro isso.
Essa o G1 acabou de confirmar: Prince toca no Rio em agosto, no dia 27, no mesmo festival que também traz Chaka Khan, Macy Gray e Aloe Blacc. Boa!
Quem foi? Como foi? A foto é do G1.
“Alou”
Uma idéia óbvia: criar uma comunidade para trazer de volta para os palcos a baixista mais foda do rock brasileiro. Curte lá.
Só vi alguns vídeos (como esse do Marcioka aí em cima), mas o áudio do show apareceu para download, veja aqui.
“I believe the children are our future…”
E por falar no Bruno, ele mandou o link do vídeo da apresentação que ele fez no TEDx do Rio sobre o tal do Queremos, que, DIZEM, corre o risco de levar a festa de 15 anos do Trabalho Sujo para o Rio de Janeiro…
Daí, segue um vídeo ou entrevista em texto com um pesquisador em educação ou violência e um jornalista procurando um padrão em um caso que é, claramente, uma exceção bizarra. É fora da curva, gente. Não adianta tentar analisar a situação como um fenômeno social, não é. O assassino era doente mental, fez uma barbaridade, mas felizmente é uma exceção. Certamente, não é com esse tipo de violência em escolas que devemos nos preocupar – a violência que acontece em colégios como padrão é outra, uma que de tanto a gente ler por aí nem é mais notícia.
Aí tem sempre alguém culpando o fato de o Wellington ter conseguido entrar na escola sem ser funcionário ou professor, e esquecendo que a escola é um espaço público, comunitário, e que o ponto não é ele ter entrado ou não na escola – afinal, ele é ex-aluno, provavelmente conseguiria entrar de um modo ou de outro. No entanto, ninguém questiona o fato de que o problema é ele entrar na escola ARMADO COM TRÊS PISTOLAS E MUNIÇÃO PRA MATAR TRÊS CRIANÇAS.
Ontem, tínhamos elementos até humorísticos na cobertura. Na Record, parece, rolou um GC (gerador de caracteres, aquela faixa que vai embaixo da tela explicando o que tá acontecendo) escrito URGENTE: DILMA CHORA.
À distância (ela tá na Holanda), Ana consegue observar alguns detalhes de como a tragédia que aconteceu no Rio de Janeiro está sendo coberta por aqui. O slideshow acima eu tirei do blog Coluna Extra.