
O prefeito do Rio compartilhou essa imagem em suas redes sociais pra ver a reação das pessoas sobre quem seria o artista que faria o show gratuito em Copacabana depois de Madonna e Lady Gaga. Rihanna e Adele são bem pouco prováveis; Beyoncé e Paul McCartney são nomes cotados há tempos, Shakira seria uma boa surpresa, U2 e Coldplay transformariam o Rio de Janeiro numa enorme coxinholândia, Justin Bieber é júnior se comparado aos outros e Britney, minha favorita e distante dos palcos desde 2018, dificilmente volta à ativa somente pra isso. Mas não me surpreenderá se o nome do ano não for nenhum desses e o alcaide fluminense só soltou essa pra disfarçar perrengues políticos que vem passando. Em quem você apostaria?

No sábado, no primeiro show que Gilberto Gil fez no repeteco de aparições no Rio de Janeiro neste fim de semana, ele chamou ninguém menos que Djavan para dividir com ele os vocais de sua “Estrela”… Já tô sacando que está se desenhando um disco ao vivo dessa turnê de despedida cheio de participações ilustres, uma pra cada show. Vai vendo…

Nós vamos invadir sua praia! O Picles acaba de anunciar sua primeira incursão para fora de São Paulo e o foco inicial é o Rio de Janeiro, quando promovem, entre os dias 5 e 9 de dezembro um festival itinerante passando pro quatro diferentes casas de show do balneário fluminense. Dia 5 eles levam O Grilo e Chorões da Pisadinha para o Agyto, no dia seguinte Anelis Assumpção, BNegão e Tulipa Ruiz tocam no Sacadura 154, no sábado tem Esteban Tavares, Jonas Sá e Julia Mestre no Galpão Ladeira das Artes e encerram a invasão dia 8 com shows de Rafael Castro e Silvia Machete, além de DJ set de Alice Caymmi no MotoCerva. Os ingressos já estão à venda e tem mais informações no Instagram que eles criaram pra divulgar a nova fase. Mas será que eles teriam coragem de abrir um Picles no Rio?
Depois do sucesso da noite de autógrafos em São Paulo, é a vez de eu e PC Siqueira chegarmos no Rio de Janeiro para mais uma maratona de encontro ao público do youtubber. Nosso livro vai ser autografado nesta quinta-feira, dia 14, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, a partir das 19h (mais informações aqui). Pra quem não tá sabendo nada sobre o livro, eu explico melhor aqui. Bora lá?
A primeira edição das Noites Trabalho Sujo após a saída do Alberta #3 não acontece em São Paulo e sim no Rio de Janeiro, quando eu, Danilo e Pattoli tocamos em uma festa fechada em Ipanema. Se você estiver no Rio neste sábado 15 de agosto, diga nos comentários abaixo qual música que não pode faltar na edição carioca das Noites Trabalho Sujo que até o fim da tarde de sexta eu aviso quem ganhou – e não esqueça de colocar seu email pra que eu possa entrar em contato.

Uma das bandas-revelação do ano passado, o Jungle já está com duas datas marcadas pra tocar no Brasil esse ano: dia 13 de maio tocam no Audio, aqui em São Paulo, e no dia seguinte em um show do Queremos, num lugar chamado Sacadura 154, no Rio de Janeiro. Vai ser showzão!

Imagina que você está ali, no boteco com os amigos, numa boa, até que alguém pede pra dar uma palhinha… e esse alguém é o Chico Buarque! Foi o que rolou nessa terça na Lapa, no Rio de Janeiro:
Vi n’O Globo.

O compadre João Paulo Cuenca – o escritor carioca JP, que tocou na última Noite Trabalho Sujo com o Wilson e o Pattoli – mudou-se para São Paulo desistindo de vez do Rio de Janeiro e deixou seu adeus à antiga Cidade Maravilhosa em sua coluna pro caderno de turismo da Folha. Um trecho:
A política da prefeitura carioca de transformar todos os habitantes da cidade em turistas, priorizando a grana e o lobby de projetos marqueteiros e excludentes, tem transformado o balneário numa cidade ainda mais cara. E, se temos o pior sistema de transporte público do Brasil (é a cidade onde mais se demora a chegar ao trabalho no país), o que dizer da qualidade dos serviços e da nossa mui cara esculhambação? Esse é o principal problema em nascer num cartão-postal careado: acaba-se pagando muito caro, e todos os dias, por algo que não corresponde à fotografia.
É destino melancólico para um lugar que poderia ser a capital cultural do Brasil e do hemisfério sul do planeta. Os maiores artistas brasileiros do século 20 se não nasceram no Rio, moraram ou aconteceram por lá. Hoje, os escassos talentos da província estão à venda e o preço é baixo. Seus pensamentos cheios de fórmulas e receitas velhas, curvados aos fortes, às ideias vencedoras e antigas. As exceções são raras. Como raras as publicações que não contribuem para mascarar a realidade através de manipulações grosseiras. E raros os jornalistas e intelectuais que não se curvam a uma estrutura notoriamente corrupta. Parecem ter medo de perder a boquinha e a pulseira da área VIP.
Leia-a na íntegra aqui. A foto que ilustra o post saiu do Insta dele.