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Vida Fodona #640: A partir de agora vai ser assim

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Outro ao vivo – tem alguma coisa vindo aí…

Tatá Aeroplano – “Alucinações”
Pink Floyd – “Remember a Day”
Rolling Stones – “Jigsaw Puzzle”
Kiko Dinucci – “Olodé”
Erasmo Carlos – “Mané João”
Suede – “Everything Will Flow”
Massive Attack – “Dissolved Girl”
Bonifrate – “Lady Remédios”
Cidadão Instigado – “Como As Luzes”
Beatles – “I’m So Tired (Esher Demo)”
Spoon – “Rhthm & Soul”
Mopho – “Não Mande Flores”
Trapalhões + Lucinha Lins – “Hollywood”
Lana Del Rey – “Venice Bitch”
Screaming Jay Hawkins – “Monkberry Moon Delight”
Little Richard – “Born on the Bayou”
Karnak – “Alma Não Tem Cor”
Anelis Assumpção – “Segunda a Sexta”
Céu – “Falta de Ar”
N*E*R*D – “Things Are Getting Better”
Mayer Hawthorne – “A Long Time”
Gorillaz – “Empire Ants (Miami Horror Remix)”
Arctic Monkeys – “On a Mission”
Radiohead – “Separator”
Sexy-Fi – “Looking Asa Sul, Feeling Asa Norte”
Goldroom + Chela – “Fifteen”
Elga Flanger – “W.T.K.U.B.L”

Shows do Radiohead na íntegra!

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O Radiohead está fazendo sua parte para manter todos em casa e começou a abrir seu baú de memórias publicando apresentações ao vivo na íntegra em seu canal no YouTube: “Agora que você não tem opção a não ser curtir uma noite tranquila em casa, apresentamos os primeiros de uma série de shows ao vivo da Radiohead Public Library que vão para o nosso canal no YouTube”, avisou o grupo em sua conta no Instagram. Eles começaram com um show em Dublin, na Irlanda, no ano 2000…

….e depois com um show em Berlim em 2016.

Que venham outros tantos!

Ed O’Brien foi atingido pela epidemia

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Como se não bastasse a pandemia, que já tinha estragado os planos de lançamento do primeiro disco solo de Ed O’Brien, guitarrista do Radiohead pegou o coronavírus ainda por cima. Enquanto esperamos que se recupere prontamente, ele segue o trabalho de divulgação do disco, que será lançado no próximo dia 17, e mostra mais uma nova faixa, a longa “Olympic”, que tem produção do guru eletrônico Flood e finalmente começa a revelar mais consistência do que as faixas que havia mostrado antes – que eram boas, mas só isso.

Com essa nova faixa, fica a esperança que o disco chegue perto dos outros trabalhos solo dos seus companheiros de banda – que nunca chegam perto de seu trabalho conjunto, mas mostram os diferentes aspectos individuais que explicam a força do Radiohead como um conjunto.

Vida Fodona #627: Dia de festa

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Motivo duplo.

Smash Mouth – “Walking On The Sun”
T-Rex – “Bang A Gong (Get It On)”
Erasure – “Stop!”
Lorde – “Royals (Tamborzão Edit)”
Barret Strong – “Money (That’s What I Want)”
Mahmundi – “Hit”
Busy P + Mayer Hawthorne – “Genie”
David Bowie – “Fashion”
Far East Movement – “Like A G6”
Hanni El Khatib – “Two Brothers (Holy Ghost! Remix)”
Radiohead – “Jigsaw Falling Into Place”
Def – “Alarmes de Incêndio”
Internet – “Dontcha”
Lana Del Rey – “Brooklyn Baby (Yuksek Remix)”
Quarteto em Cy – “Salve o Verde”
Klaxons – “No Diggity”
Poolside – “Harvest Moon”

Vida Fodona #625: Às vésperas de uma pandemia

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Um sexto do ano que se foi.

Yo La Tengo – “Blue Line Swinger”
Bruno Bruni – “Space Time”
Alceu Valença – “Extra II (O Rock Do Segurança)”
Céu – “Baile da Ilusão”
Otto – “Soprei”
Destroyer – “Kaputt”
Led Zeppelin – “Ten Years Gone”
Angel Olsen – “New Love Cassette”
Lulina – “Banheiros Produtivos”
Radiohead – “Treefingers (Extended Version)”
Milton Nascimento – “Nuvem Cigana”
Pedro Pastoriz – “0800 Previsões”
Itamar Assumpção – “Prezadíssimos Ouvintes”
Sexy-Fi – “Plano”
Huey Lewis & the News – “Heart and Soul”

Novos itens na biblioteca pública do Radiohead

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Além da inevitável provocação à paranoia privatizante e antiintelectual que acompanha a escalada da extrema direita ao topo do poder no mundo, a biblioteca pública online que o Radiohead abriu no começo do ano também é uma ótima oportunidade autobiográfica para o grupo, que pode usá-la como uma forma de tornar todo seu acervo disponível gratuitamente para todos na internet. Nesta sexta-feira, o grupo incluiu pra três itens em sua coleção, versões de músicas já conhecidas lançadas em épocas diferentes e que ainda não estavam em suas plataformas de streaming. O primeiro deles, uma versão estendida para a glacial “Treefingers”, peça central do inóspito Kid A, o disco mais ousado do grupo, lançado no ano 2000:

Outra versão que apareceu nesta sexta foi porta de entrada para muitos que não conheciam o grupo ainda nos anos 90, quando o remix feito por Nellee Hooper para “Talk Show Host” apareceu na trilha sonora do clássico teen Romeu + Julieta, que lançou a carreira do cineasta australiano Baz Luhrmann em 1996:

Fechando a trinca de novas aquisições, vem o remix de “The Gloaming” feito pelo produtor da banda Nigel Godrich no ano de lançamento do disco Hail to the Thief, em 2003, e o batizou de (The 33.33333 Remix) devido à duração do remix:

Nada mal.

Mais um Radiohead solo

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Depois de apresentar dois singles no ano passado, o guitarrista do Radiohead Ed O’Brien finalmente oficializa seu disco solo ao lançar mais uma canção, “Shangri-la”:

O disco se chamará Earth e será lançado em abril (e já está em pré-venda). O guitarrista inglês, que inspirou-se no tempo que morou no Brasil para compor o álbum, preferiu anunciá-lo apresentando um novo nome, chamando-se apenas de EOB. Ele contou com alguns convidados ilustres para o disco, como o baixisata do Radiohead Colin Greenwood, Laura Marling, Adrian Utley do Portishead, Glenn Kotche do Wilco e David Okumu do grupo The Invisible. No vídeo abaixo, ele fala mais sobre o processo que inspirou o álbum.

Além de “Shangri-la”, a música “Brasil”, que apresentou no fim do ano passado – com seu clipe de ficção científica – também está no disco, cuja capa e ordem das músicas pode ser vista abaixo. Ele tirou a primeira música que mostrou em público, a ambient “Santa Teresa”, da seleção final das músicas.

Tudo muito bonito, mas tudo meio sem gosto, sem alma, não acharam?

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“Shangri-La”
“Brasil”
“Deep Days”
“Long Time Coming”
“Mass”
“Banksters”
“Sail On”
“Olympik”
“Cloak of the Night”

Vida Fodona #618: Preferiu pular o carnaval

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2020 de fato.

Kiko Dinucci – “Rastilho”
Rihanna – “Consideration”
Bruno Schiavo – “Califórnia”
Luedji Luna – “Extra”
Spoon – “Pink Up”
Radiohead – “Present Tense”
Led Zeppelin – “Ten Years Gone”
Raul Seixas – “Paranóia”
Mundo Livre S/A – “Batedores (Resistindo ao Arrastão Global)”
Queen – “Killer Queen”
Paul McCartney – “Every Night”
Kassin + 2 – “Esquecido”
Meters – “Chicken Strut”
Stereolab – “Spark Plug”
Duran Duran – “Save a Prayer”

A biblioteca pública do Radiohead

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Ninguém esperava por essa: o Radiohead acaba de lançar sua própria biblioteca pública, mastigando todo seu conteúdo online de bandeja para os fãs. E não estou falando só de discos e clipes – o grupo reuniu num mesmo acervo online inúmeros shows, produtos de marketing e camisetas de diferentes fases (que começarão a ser vendidas online no dia 4 de fevereiro), gravações raras, entrevistas e conteúdo digital que criaram nestas décadas de atividade, como os curtas da série The Most Gigantic Lying Mouth of All Time, o disco de remixes e o aplicativo que fizeram para o disco The King of Limbs, transmissões feitas pela internet e um acervo digital para seus próprios sites, labirintos online que faziam os fãs se perder semanas online antes do lançamento de novos discos.

“O Radiohead.com sempre foi irritantemente desinformativo e imprevisível”, disseram em suas redes sociais ao anunciar a biblioteca, “agora nós, de forma previsível, o tornamos incrivelmente informativo”. O Radiohead foi a banda que melhor soube utilizar a internet para divulgar seu trabalho, avançando diferentes fases de sua carreira pelas fronteiras digitais conhecidas, moldando-se às mudanças que aconteciam na internet. Desde os boatos que Kid A teria sido vazado na internet três meses antes de seu lançamento pela própria banda até o lançamento repentino de In Rainbows, que permitia que o público baixasse o disco pagando o preço que quisesse (inclusive nada), passando por apagões em mídias sociais e um disco distribuído via torrent. A biblioteca vem consolidar esta vanguarda do grupo, organizando sua história de forma didática e cutucando essa época bizarra que vivemos ao levantar as bandeiras da biblioteca – numa época em que o estudo e o intelectualismo parece que são falhas de caráter -, da gratuidade – você tem todo o conteúdo livre para desfrutar, sem pagar nada – e do serviço público. O site ainda permite que se crie uma carteira intransferível de sócio da biblioteca – muito foda. Já fez a sua? Faça aqui.