Sim, a imagem acima é um quadro de verdade, que a Thaís (autora do Top 75 da vez) achou do nada e, sem pensar, carregou pra casa. Mas a melhor parte da história acontece quando ela descobre quem era o dono do quadro, conversa que se desenrola nos comentários do post dela. Veja lá.
Que bonita essa foto que a Mallu botou no FEICE dela… P&B, essa luz, esse maiô, essa vibe anos 50, ESSA CABEÇA DENTRO DA BOLSA WTFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUU!
Hit it!
How cute, essa MENINA ARROTO.
Você já teve curiosidade de saber como soaria o Trem da Alegria alemão? Nem eu, mas o Tiago Lyra sacou essa jóia e… como tudo isso é bom. Primeiro que tem muita informação retrô pra digerir (dos efeitos especiais às roupas, passando pelo tom solene das crianças e essa música irresistivelmente parada), mas musicalmente isso parece próximo de um subgênero de música eletrônica recente que eu já acompanho faz um tempinho mas que nunca me dispus a escrever sobre. É uma psicodelia lo-fi com timbres anos 80 e dois pés na dance music que prefere exercitar as qualidades zen e ambient proporcionada por estes elementos, que pode ser referida tanto como “chillwave”, “chill disco”, “dream pop”, “synth pop” ou “balearic”. Quem ouve o Vida Fodona, no entanto, já cansou de ouvir Neon Indian, Washed Out ou Memory Cassette, alguns dos principais nomes deste gueto musical, que ainda conta com projetos de quarto com nomes como Toro y Moi, Best Coast, Small Black, Teen Daze, Mathemagic e Brothertiger. E estranhamente parecido com as crianças do Babaluga. Mas depois eu falo mais disso.