Vi o filme hoje. Mas conto só amanhã. Guentaê.
Beatles ao pé da letra:
Eu Sou a Morsa é a fonte dessas infâmias.
Hoje é o dia de descobrir o que há com Starbuck. E depois que o episódio “Someone to Watch Over Me” terminar, faltarão apenas três para o fim do seriado.
Olha o cachorro-cylon que tinha no seriado original…
Tá achando que é brincadeira? O nome dele era Daggit.
E nego acha que o George Lucas foi longe demais com o marketing…

Pois é, é o que tão falando. Mas o detalhe fortuito – ou talvez mórbido – não é a possibilidade de esticarem uma saga inicialmente fadada a encerrar em menos de um mês (fato que o criador da nova versão da série, Ronald D. Moore, e sua equipe insistem em negar categoricamente) e sim que o novo filme seja uma outra versão ainda da série original. Clone de Guerra nas Estrelas feito para a TV, o Battlestar Galactica original é uma pilha enorme de clichês de ficção científica dos anos 50 (como também eram os filmes de Lucas) que foi magistralmente reinventada para a TV do início do século 21. Às vésperas do encerramento da nova versão, não é de espantar que esse tipo de rapinagem aconteceria – resta saber o quanto o novo filme vai roubar as idéias da nova versão da série, em que os clichês são apenas pano de fundo para uma série de discussões sobre política, ética, guerra, religião e filosofia se misturam. E será que Starbuck vai ser homem ou mulher na nova versão?
E se os países comemorassem seus monstros nos selos de correio? O desenho é de um cara chamado Adam McCauley, mas eu peguei daqui.
O que nos leva ao futuro da filatelia… Que futuro?













