Depois de críticas díspares sobre o filme, da lupa que a indústria tem colocado sobre o desempenho de Watchmen nas bilheterias e de relatos de pessoas deixando o filme no meio da sessão, a melhor constatação é que, como esperavam todos os fãs da série original, as pessoas começassem a descobrir Watchmen, a graphic novel. E o resultado não podia ser melhor: na semana de estréia do filme nos cinemas, a história de Alan Moore e Dave Gibbons chegou ao topo da lista dos mais vendidos da Amazon – e não apenas entre os quadrinhos, mas entre todos os produtos vendidos na loja.
Por isso, pensando nos marinheiros de primeira viagem, a DC criou a seção After Watchmen… What’s Next dentro de seu site, em que são dadas dicas para quem quer mais quadrinhos que redefiniram os super-heróis e a ficção científica, outras histórias de Alan Moore e quadrinistas consagrados e dicas de leitura de quadrinhos adultos. É um bom fio da meada pra quem quer mergulhar neste universo que, mesmo hoje em dia, é associado com adolescentes e futilidades.
Quer mais? Então segura esse papo de quase duas com o Kevin Smith comentando o filme.
Não agüenta mais ouvir falar em Watchmen? E se o quadrinho fosse escrito da Marvel em vez da DC? Foi isso que cogitou Kevin Church, que remixou o Watchmen original pra cores pop e adolescentes do velho Lee.
Na mesma linha, se liga nessa versão dos Peanuts caso eles habitassem o universo de Sin City.
Saiu daqui.
Mas não nosso monstro de fumaça favorito:
Desde que começaram essa turnê (que já teve 48 shows), a banda fechou 13 shows com “Idioteque” (“Everything In Its Right Place” foi a segunda mais usada para encerramento, dez vezes). A abertura, por outro lado, quase sempre foi “15 Steps” (28 vezes, conta 9 com “All I Need” e 8 com “Reckoner”) e sete músicas do In Rainbows foram as únicas tocadas em todos shows. Nah, té parece que eu sei tudo isso de cabeça – tirei do 58hours, site de fã dedicado às estatísticas de shows da banda.








