Daqui. E você não sabe o que é reversal russa?
Já até twittei: a data do fim de Lost já foi marcada e acontece dia 19 de maio do ano que vem. Como se não bastasse isso, já foi anunciado um leilão online dos itens usados na série, que rolará logo após o fim de Lost. Esse tipo de também aconteceu com Battlestar Galactica, que teve de objetos cruciais para a história como cenários inteiros, vendidos em leilões entre fãs. Já dá pra imaginar, no futuro, todos os donos de memorabilia de séries do início do século 21 sendo convocados para emprestar seus itens pessoais para uma mega exposição global e itinerante dos utensílios utilizados na série xis – e, claro, ganhando por isso. Não duvide se estivermos vendo o amadurecimento de um mercado que pode ser tão valioso quanto o de artes plásticas, atualmente. E, abaixo, o comercial (legendado pelo Teorias Lost) da sexta e última temporada:
Tá certo que o Napoli não se esforça muito pra perguntar, mas o Brown também não ajuda pra responder… Pelo menos ele não chiou contra a internet, era só o que faltava.
…e parece que o líder do Mundo Livre S/A tá com saudade das gravadoras. É isso?
“Percebo que, a despeito de toda a questão do acesso democrático e da maior visibilidade que chegaram com a internet, um fato inegável é que a web tem desestruturado quase todas as cadeias que se envolvem com a digitalização, do jornalismo à música. Hoje é moda celebrar a web, dizendo que finalmente nos livramos dos malas da indústria fonográfica. Tudo bem, a indústria até tinha um aspecto predatório, mas uma coisa é você defender a ausência da indústria, a ausência da cadeia produtiva. Se o mangue beat tivesse surgido num ambiente parecido com o que rola hoje, com gravadoras em crise, talvez o mangue beat tivesse se limitado a uma ou duas comunidades de Orkut, uma coisa de gueto. (No início dos anos 90) A Sony foi a Recife, contratou o Chico Science e bancou o primeiro clipe da banda, que rodou direto na MTV. Finalmente a indústria olhava para nós. E teve um efeito multiplicador forte. As pessoas esquecem isso. Hoje há uma situação sem indústria, sem cadeia produtiva. Está se instalando uma religião da tecnologia, um fundamentalismo tecnológico. Fala-se muito em economia sustentável, mas na cultura não existe consumo sustentável.”
Será que não? Lembre-se que estamos em fase de transição… A íntegra da entrevista tá aqui e é fechada pra assinantes do UOL.
A Noiva Cadáver, Ed Wood, Edward Mãos de Tesoura, O Estranho Mundo de Jack, Beetlejuice… Tá tudo aí. Inclusive seu apreço por Vincent Price – ele não é apenas o ídolo do protagonista do curta em stop-motion, mas também seu narrador. Aqui tem um bom texto sobre o primeiro filme de Tim Burton.
Chamei o Haroldo de Tyler Durden no post anterior em homenagem à já clássica análise feita pelo site Metaphilm cogitando a possibilidade de o personagem de Brad Pitt ser uma reencarnação do velho tigre amigo de infância de um Calvin (o personagem de Edward Norton) completamente frustrado com sua vida. O texto é velho conhecido online, mas como a internet é um clube de comédia feito para uma civilização que descobriu o humor recentemente, reciclar piada velha nunca faz mal. O texto é em inglês e comprido, mas vai fundo.
Também tuitei sobre isso essa semana, mas vale o post: o site 11 Points passou um pente fino no Clube da Luta e descobriu 11 gracinhas que o diretor David Fincher incluiu no filme, como a advertência acima, que aparece logo no início do DVD.
Funciona assim: você pega a URL do site que você quer colocar o Kanye (incluindo o http://) e coloca logo após da URL http://kanyelicio.us/ na barra de endereços do browser. Aí o Kanye vem mandar sua real.







