Olha esses vídeos que sendo colocados de um mês para cá, no YouTube…
Tudo do mesmo show, no dia 7 de março de 1998, na Knitting Factory, em Nova York.
De chorar…
A Merge tá lançando uma compilação em homenagem ao Chris Knox, do Tall Dwarves, que recentemente sofreu um derrame (que batiza o disco, chamado de Stroke) e no meio de faixas com gente como Lou Barlow, Lambchop, Yo La Tengo, Stephin Merritt, Bill Calahan e Jay Reatard, olha quem aparece cantando “Sign on the Dotted Line”:
Jeff Mangum – “Sign on the Dotted Line”
Já faz mais de uma década e o sujeito – o Salinger do indie rock – segue intacto. E alguém viu um MP3 disso por aí?
Isso porque ele não viu Avatar e mais dois, e ainda precisa rever Distrito 9 e outros pra fechar sua lista final.
Avatar vem aí e seu lançamento, no fim da semana, conclui uma trajetória de altas expectativas por parte de Hollywood e dos fãs com baixa repercussão entre o público, que mal sabe o que esperar – se é que espera por algo. Mas uma discussão sobre a qualidade do 3D do filme – que começou depois que o repórter da revista Time não conseguiu distinguir a computação gráfica de pessoas reais (o que o tornou motivo de riso por parte da imprensa especializada online) -, parece ter obscurecido o filme em si – bem como a discussão em relação ao fato de que o filme se pagará ou não, entre outras más expectativas – que ganha boas resenhas à medida em que é visto (fora especulações sobre continuações). Não custa lembrar, como bem disse o Vítor, que o próprio James Cameron já passou por uma situação semelhante a essa, quando todos esperavam que seu Titanic fosse um fracasso monstruoso e não o misto de hit e clássico instantâneo imortalizado pela química entre Winslet e DiCaprio e pela ótica épica do cinema-catástrofe de auto-ajuda, em escala mega. Mas Avatar não tem Leonardo DiCaprio nem história velha conhecida do público, o que torna o salto do pai do Exterminador do Futuro ainda mais ousado. Saberemos disso ainda essa semana.




