E no Comentando Lost desta semana falamos de Lighthouse, um episódio irregular, cujos primeiros dois terços se arrastaram em histórias que poderiam ser contadas em uma cena para, no terço final, soltar algumas bombas de baixo impacto em nossas teorias. O que é o farol? O que Jacob quer com Hurley? Jack é mesmo o protagonista da série? “I’m not a number, I’m a free man”? Além do episódio, comentamos também o último dos Coen, conforme prometemos edição passada – e assim A Serious Man é lentamente deschavado. E transformamos isso em regra: depois do Comentando, sempre vamos falar de outra coisa que pode ou não ter a ver com Lost. Se quiser sugerir algo, fique à vontade.
Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – Comentando Lost: Lighthouse (MP3)
Clique no vídeo por sua conta e risco. E selecione o trecho ao lado se você quiser ler o que está acontecendo aí em cima: simplesmente filmaram, escondido, as filmagens de uma cena que, pelo que consta, é crucial para a história da série.
O LA Times juntou uma galeria de fotos das vezes em que o letreiro de Hollywood em Los Angeles foi ownado. Pesquei na Fernanda.
Que espetáculo esse Rick Astley em página inteira, hein. Tem coisas que só o Link impresso faz pra você.
O filho do Will Smith no lugar do Ralph Macchio, a China no lugar dos EUA, Jackie Chan fazendo as vezes do senhor Miyagi, pré-adolescência no lugar da adolescência.
Esse filme pode lançar tendências ou cair no esquecimento. Façam suas apostas.
Já falei da seqüência psicodélica de sonho em Um Corpo Que Cai, mas o que dizer deste encontro entre Hitchcock e Salvador Dali em Quando Fala o Coração (Spellbound)? Incrível.
Já sabem, né? Só amanhã.




