È vero, hanno assunto sostanze stupefacenti; travolti dal successo hanno vissuto anni scapestrati e disinibiti; in un eccesso di spacconeria hanno detto persino di essere più famosi di Gesù; si sono divertiti a lanciare messaggi misteriosi – perfino satanici stando a improbabili esegeti – assecondando voci e leggende metropolitane sulla loro vita e anche sulla presunta morte di uno di loro; certo non sono stati il migliore esempio per i giovani del tempo, ma neppure il peggiore. Tuttavia ascoltando le loro canzoni tutto questo appare lontano e insignificante. A quarant’anni dal turbolento scioglimento dei Beatles – ufficializzato il 10 aprile 1970, ma di fatto avvenuto l’anno precedente, al termine delle registrazioni di Abbey Road – restano come gioielli preziosi le loro bellissime melodie che hanno cambiato per sempre la musica leggera e continuano a regalare emozioni.
Assim começa o texto publicado no fim de semana pelo L’Osservatore Romano, o veículo oficial do Vaticano, que finalmente absolve os Beatles de seus pecados. Se isso é uma tentativa de se popularizar ante às acusações de pedofilia, acho que a santassé tá saindo tarde demais pra briga.
A artista inglesa Su Blackwell faz arte recortando livros, esculpindo em papel com a tesoura, e fez sua pequena homenagem à Alice de Lewis Carroll. Vale olhar o resto do trabalho dela.
Do Grande Depósito de Tosqueiras.
Irmãos Coen ou Tarantino? Atualmente fico com os Coen, mas por milímetros de predileção – Quentin está seedado pra sempre no torrent do meu coração do mesmo jeito que o Bergman no de algumas múmias da cinefilia dantanho. Jovens mestres, os três – os quatro, se somarmos David Lynch – elevaram o cultura white trash à condição de Arte, como Normal Rockwells pós-Nixon. Eletrodomésticos, quadrinhos, discos, carros, armas, drogas, malas cheias de dinheiro, estradas no deserto – elementos de um cenário em que sexo, mentiras, vingança e culpa atormentam personagens, quase sempre solitários – mesmo que sociais – sem rumo. O brasileiro Leandro Braga mashupou os dois à la Eclectic Method.
Fodaço.
Isso me lembra inclusive uma outra coisa que vinha comentando outro dia: como há uma casta de diretores que nasceu no vácuo da geração Coppola/Spielberg que, ratos de cineclube e escolados na técnica, parecem dirigir um grande filme, cortado por diferentes nuances. Além dos Coen, Lynch e Tarantino, completam esse time Woody Allen, Almodóvar e Martin Scorsese (que funciona como um tio mais novo para os outros). Não sei se eles são amigos, se eles se dão bem, se se conhecem (provavelmente sim). Mas seus filmes no século 21 parecem pedaços de um mesmo universo, filmados por diferentes ângulos, com filtros que coagulam emoções distintas. Nesse sentido não deixa de ser irônico o fato do Scorsese ter se transformado num diretor de filmes de época.
Bem massa esses pôsteres de filmes revistos pelo designer Chris Thornley, da inglesa Source Creative.
Esse professor pegou pesado…
…NOT!












