Trabalho Sujo - Home

Paranoia

Riley and His Story.

Um abrigo submarino, muita tiração de onda.

Via Like Cool.

A Prefeitura de São Paulo concluiu no início desta semana a remodelação da iluminação do viaduto do Chá e da Praça Ramos de Azevedo, na região central da cidade. Foram substituídas 106 lâmpadas de vapor de sódio (amarelas) por vapor metálico (brancas) das unidades ornamentais, conhecidas como “São Paulo Antigo”. Caso a iluminação seja aprovada, o projeto poderá ser ampliado para outras áreas da cidade. A obra foi feita em parceria com uma empresa privada que doou as lâmpadas, substituídas pela prefeitura.

Do G1.

4:20

Motivo de briga

Bebeu, brigou…

…com a árvore:

…com o poste:

…com as calças:

….com o muro:

…com o chinelo:

Um post quase todo kibado do Huffington Post, mas lá tem mais.

Chupa!

Freeze! Revisited, um picolé em forma de arma, de Florian Jenett e Valentin Beinroth. Arte, pelo que dizem.

De, novo, política. Dessa vez, copy+paste (e, não, você não precisa ver esse vídeo):

Se você viu inteiro numa boa, sem se constranger, provavelmente o texto a seguir é pra você.

De fato, várias coisas nesse vídeo não fazem sentido. A primeira é que 100 reais só é migalha pra gente como eu e você, mas provavelmente não é para quem vive com 400 reais por mês. É tipo um aumento gigante na renda. Não vou entrar em méritos partidários – só digo que, nos países de primeiro mundo, todo mundo acha lindo que o governo dê pensão pras pessoas que não trabalham (é, isso rola). “Olha só que lindo nos países desenvolvidos, lá se o jovem não quiser trabalhar, ele pode viver de pensão”. Aqui, é assistencialismo, é dar dinheiro pra vagabundo que não quer trabalhar (reaça tem essa coisa maravilhosa de achar que no Brasil ninguém gosta de trabalhar, só ele, que geralmente nem trabalha).

A segunda coisa que não faz nenhum sentido é esse clipe dessa música horrível no final é que ele só ajuda a alimentar o espírito babaca de falar que nenhum político presta. Porque o tipo de pessoa que repete isso não percebe que repetir isso é só uma maneira de tirar de si a responsabilidade de achar um que preste (é, é incrível, mas tem gente boa na política). As pessoas que bradam que nenhum político presta não sabem em quem vão votar, não querem saber e também não se lembram em quem votaram na última eleição.

É uma maneira muito eficaz de perpretar justamente o que o vídeo crítica, também, dizer que ‘é só a educação que salva esse país, talvez em duas ou três gerações’. Primeiro, porque é o óbvio do óbvio, mas aqui não tem a intenção de ser óbvio, mas de tirar do ombro da minha e da sua geração a responsabilidade de fazer alguma coisa. E é uma responsabilidade nossa, queira você, o Felipe Neto, eu, ou não.

Tenho orgulho de ter essa menina no meu convívio diário. O resto do texto segue no blog dela, mas aproveito aqui para linkar algo que, pra alguns é óbvio, mas pra maioria, não – o fato de que votar no Tiririca não tem nada a ver com voto de protesto, perceba.