Ah, Rússia…
Finalmente gerações inteiras que conhecem a banda punk de Ohio como uns nerds hitmakers da new wave conseguirá compreender todo o projeto-objeto que é o Devo, uma das bandas mais complexas e ousadas da história da música pop, que nasceu de um protesto político, virou um projeto de arte e uma banda de música pop, que é idiota e intelectualizada ao mesmo tempo. Are We Not Men? – The Devo Documentary, de Jeff E. Winner, foi bancado via Kickstarter e arrecadou quase três vezes o valor que havia pedido para ser feito (25 mil dólares) e reúne entrevistas com os principais envolvidos na história da banda, além de um monte de cenas da época. Vê só o trailer:
Abaixo tem mais um trecho de cenas do documentário, prometido para este ano.
Mais um que se vai.
Cuidado com a bebedeira…
E já que o papo tá no Kubrick, vocês conhecem o blog do Kiko Dinucci, o Olho Derramado, em que ele fala um monte sobre cinema? Olha ele falando sobre O Iluminado:
Sempre que vou para Recife, dou um jeito de passar no Cine São Luiz, situado na rua da Aurora, Centro. O antigo cinema foi comprado e reformado pela prefeitura, sua arquitetura original foi mantida. Assisti, na primeira visita a essa sala, ao filme pernambucano A Filha do Advogado, com música ao vivo, executada por Arrigo Barnabé, durante a Mostra de Cinema Silencioso. Voltei à sala novamente durante a VI Janela Internacional de Cinema do Recife. Sem saber da programação, fui informado sobre uma retrospectiva da obra de Stanley Kubrick. O filme da noite seria uma cópia devidamente restaurada de The Shining (O Iluminado). Comprei o ingresso duas horas antes, corri até o Centro Antigo para beber um tradicional “maltado cubano” bem gelado e retornei à sala. Costumo dizer às pessoas que a sala do Cine São Luiz, com seus vitrais laterais, é tão bonita e mágica que até assistir a tela em branco já é um evento. Eu poderia ficar horas naquela sala, frente à tela em branco. Durante a sessão lotada, tive uma leitura do filme inédita para mim.
Além de todo terror presente em O Iluminado, há uma trajetória marginal do personagem Jack Torrance, interpretado por Jack Nicholson. Esse trajeto, talvez, passe despercebido para a maioria dos espectadores. Vou tentar reproduzir aqui a reflexão que tive naquele espaço lúdico chamado Cine São Luiz.
Continua lá no blog dele.
Cuidado, hein!
Não sou chegado nesse tipo de trash pelo trash, mas há limites de WTF que, quando são desrespeitados, merecem atenção, como é o caso deste Dead Sushi…







