

Eis o clipe de “Ride“, o single que puxa a edição deluxe da estréia de Lana Del Rey, Born to Die – Paradise Edition. O clipe segue a sina de Lana de cutucar os Estados Unidos com a vara curta e traz gangue de motoqueiros, nativos indígenas, prostituição e fliperamas para o imaginária da cantora de plástico – que encerra o clipe com um monólogo sobre liberdade e loucura.

João Brasil está de volta ao nosso país e já engatou um novo projeto com o Domenico, chamado Taksi.
O Chico Dub conta mais sobre o projeto.

Olha o que acontece quando os beats do dubstep do mundo bizarro de Skrillex são traduzidos para a interface de um piano:
Eis a música original…
…e agora ela no piano, desta vez com um pianista de verdade:
Uma melhora considerável.


É o que sugere esse vídeo abaixo… Faz sentido.

Um filme sobre Alfred Hitchcock feito em 2012 pode não parecer promissor, mas eis que surge o trailer…
…que parece bom. Bem bom.

Morrissey sendo entrevistado pelo Stephen Colbert sobre os temas de sempre – a família real inglesa, vegetarianismo e a volta dos Smiths -, se saindo bem como sempre, embora muitas vezes sem conseguir segurar o riso das piadas de Colbert, que cai com sangue nos olhos. Só a cara que ele faz depois Colbert responde à respeito da família real norte-americana já vale todo o vídeo:
Muito bom.

E por falar em Morrissey, vale citar a carta que o jovem autor, na época com 17 anos, enviou para o Melody Maker em 1976 desancando um hype de Nova York que começava a ser comprado pela imprensa londrina. Ela foi desenterrada pelo Dangerous Minds e a tradução foi feita pelo blog Tenho Mais Discos Que Amigos (dica dum certo XyZ, valeu):
Os Ramones são a mais recente banda de presunçosos degenerados e sem talento cuja realização mais notável até hoje é a habilidade de passar das fronteiras de Nova York, e puramente pela força de uma enxurrada de textos convincentes que projetam os Ramones como um presente de Deus ao rock.
Eles foram recebidos pela bajulação instantânea de um exército de fãs enganados. Musicalmente, eles não lidam com detalhes ou variações de nenhum tipo, a regra da banda é ser tão incompetente quanto o possível.
Para uma banda que diz projetar a juventude da América, a vida suburbana de Nova York, anti-conformismo, sexo e lutas, ou seja lá o que for, eles falham miseravelmente. E na luz sóbria do dia, suas imperfeições têm uma chance.
Os Ramones fazem o Stooges soarem como mestres da música clássica e eu sinto que o único lugar para sua música contraditória é o centro rico de Manhattan com o qual eles, sem dúvidas, estão acostumados.
O New York Dolls e Patti Smith provaram que há alguma vida pulsando nos pântanos e entranhas de Nova York, e eles são os únicos grupos surgidos da cena underground de NY que merecem reconhecimento. Os Ramones não têm absolutamente nada a adicionar em relevância ou importância e deveriam ser esquecidos.
O original, em inglês, segue abaixo:
