
Bem bom esse curta israelense da dupla Eran May-raz e Daniel Lazo sobre a onipresença do digital em nossas rotinas.

Aproveitando o clima de morre-não-morre em cima do Niemeyer (que eu aposto que ainda vai viver muito tempo), esse tumblr resolveu mostrar o que pode mudar na vida de uma pessoa quando se vive mais de um século, como explicaram no disclaimer: “este blog não é uma piada com Oscar Niemeyer. É, sim, uma tentativa de mostrar como o mundo pode mudar de maneira radical em um período historicamente tão curto de tempo, usando como referência a data de nascimento de nosso velho ídolo.” Dá uma sacada em uns exemplos aí embaixo…

O pior é que você nem precisa ver o clipe – nem ouvir a música (que é horrível e faz parte do irrelevante último disco da banda, Collapse Into Now, do ano passado) – para captar sua mensagem, resumida no namedropping do título deste post. Um clipe que vale um tweet- eis o R.E.M. em 2012…
Vi no Papel Pop.
…com a ajuda de um helicóptero.


Corações em emoticons, Criolo e a intimidade do Facebook são deixas que a Camila usou para falar do amor em tempos de filtro-bolha. Diga lá:
“Amor é palavrinha fácil, dada e escorrega da boca feito baba de cachorro basset. Dizê-la parece até mesmo deixar-nos mais amáveis.”
“Deve ser por isso que “mais amor”, “muito amor”, “só amor”, “puro amor” virou o substituto de coisas simples como “gostei”, “legal”, “bacana”, “que massa”, “que bonitinho”. Faço aqui a mea culpa, só percebi quando já era tarde demais. Mas me assaltou uma vontade esquisita, retrô ou hipster, como quiserem, de voltar a dar às coisas os nomes que elas têm.”
“Tampouco estou mais tão preocupada em provar para Criolo ou quem quer que seja que “existe amor em SP” ou seja onde for.”
Ela continua lá nO Purgatório. E a imagem que ilustra o post é uma foto que a Carol tirou de um pôster num semáforo da Paulista.


Falei do World War Z do Brad Pitt outro dia e o Jiban sugeriu o trailer desse Warm Bodies…
Parece um Zumbilândia para meninas – e isso não é propriamente ruim. Mas curti que a cura para os zumbis seja o amor…

