Trabalho Sujo - Home

Paranoia

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drop-the-faith

Quem quer café?

headache-coffee

Ficar sem café é complicadaço…

austin-powers

Se alguém te contasse essa história, você diria que era mentira…

4:20

thepeople

Tá explicado, veja lá embaixo!

vereador-zumbi

Mas… Mas…

Aos 35 segundos…

Ahahahaha, parece armado! Dica do Gui! Valeu!

4:20

life-goes-on-lebowski

4:20

coffee-extra-bold

phil-spector-pacino

Finalmente vamos ver a tão aguardada cinebiografia de um dos maiores nomes da música moderna vivido por um dos titãs da dramaturgia cinematográfica. Phil Spector inventou o chamado “wall of sound” ao comprimir uma orquestra inteira em um canal para contrapor a estrutura básica da canção pop e, com isso, elevou seus hits a um patamar de excelência inexistente no universo do rádio de seu tempo (uma espécie de internet do meio do século passado). Com isso, reinventou o papel do produtor musical, transformando o supervisor técnico de áudio do estúdio em uma espécie de diretor da sessão de gravação, sua assinatura reverberada como uma grife. Não à toa seus hits daquele tempo reverberam até hoje – “Be My Baby”, “You’ve Lost That Loving Feeling”, “Spanish Harlem”, “Then He Kissed Me” e “Unchained Melody” são clássicos modernos que pavimentaram o caminho tanto para a ascensão dos Beatles quanto para a consolidação do modus operandi do Brill Building e da Motown.

Não bastasse tudo isso, Spector ainda é instrumental no final dos Beatles, quando produz o póstumo Let it Be (sendo o único produtor dos Beatles nos discos oficiais além de George Martin) e grava os melhores discos solo de John Lennon e George Harrison. Acha pouco? Produziu End of the Century, dos Ramones, e “River Deep Mountain High”, ápice da carreira do casal Ike e Tina Turner. O problema é que esse gênio das gravações era um psicopata ditador obcecado por armas e disposto a ir até o fim, em qualquer situação. Assim, Phil Spector, o filme, mira seu roteiro no histórico criminal do produtor, interpretado por um escandaloso Al Pacino, e em sua relação com sua advogada de defesa, vivida por Helen Mirren. Não bastasse tudo isso (além da chancela HBO), o filme ainda é dirigido e escrito pelo David Mamet, um dos autores mais teatrais de Hollywood atualmente. Eis o trailer, abaixo:

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4:20

britno

Outro Pulp Fiction

pulp-fiction-backstage-00

Em vez de John Travolta, Sean Penn ou Daniel Day-Lewis. Uma Thurman receosa em aceitar o papel de Mia Wallace. A bênção do CEO da Disney. Paul Calderon no lugar de Samuel L. Jackson. Matt Dillon em vez de Bruce Willis. Pulp Fiction podia ter sido beeeem diferente, nos conta essa história oral descrita pela Vanity Fair (aqui). Abaixo, fotos dos bastidores da gravação deste clássico moderno, tiradas do site da Miramax e da revista Paste.

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