Trabalho Sujo - Home

Paranoia

30-30

O designer brasileiro radicado na Argentina Fabricio Lima completou 30 anos e resolveu fazer uma lista de 30 coisas que ele sabe sobre ele mesmo – que vieram primeiro na forma de gifs e depois viraram o vídeo abaixo:

Continue

bronies

Existem subculturas para tudo, isso é óbvio, mas algumas beiram a alucinação. É o caso dos bronies, denominação a pessoas adultas que gostam de Meu Querido Pônei a ponto de fazerem encontros para celebrar os valores da grife para meninas. São pessoas que conseguem ser ao mesmo tempo completamente esquisitas e incrivelmente amáveis (mesmo tendo algo de doentio), pelo menos a partir do que é visto no trailer do documentário Brony, abaixo:

Continue

burroughs-zappa

O Boing Boing descolou o áudio do Frank Zappa – que, antes da leitura, ressalta que “não sou o tipo de pessoa que lê livros, já disse isso muitas vezes, não gosto de ler” – lendo um trecho do Almoço Nu de William Burroughs, principalmente por exercer a liberdade de poder dizer qualquer coisa, mesmo que seja falar do “homem que ensinou seu cu a falar”. A leitura foi feita na Nova Convention de 1978, evento dedicado à obra do velho Burroughs, e Zappa sequer foi citado na matéria do New York Times da época, que listava outros convidados do evento – como John Cage, Philip Glass, Patti Smith, Robert Fripp, Blondie, Robert Anton Wilson, Laurie Anderson, Terry Southern, Brion Gysin, Timothy Leary e o próprio Old Bill. Imagine só.

woody

Alguém reuniu num único vídeo todas as vezes que Woody Allen gaguejou em seus filmes. Deu quase 45 minutos!

Vi lá no Bruno.

…está à venda! Sim, é um casaco que imita um galã dos anos 70 sem camisa. Pela madrugada!

casaco-pelado

Você podia dormir sem essa, dizaê! Vi no Dangerous Minds.

4:20

coreia

Rafael-Castro-

E essa história que o DCE da USP está pegando no pé do Rafael Castro por causa da música “Vou te Encher de Birinight”?

Ouviram uma apologia ao estupro nessa música e estão chamando-a de “opressora” pra baixo. Um trecho da moção de repúdio contra o cantor e compositor, que se apresentou na calourada da universidade este ano:

Ao longo da festa, várias bandas passaram pelo palco. A atração principal, Rafael Castro, foi a penúltima a se apresentar. O conteúdo das apresentações de Rafael Castro era desconhecido pela gestão do DCE. Lamentamos que esses conteúdos tenham sido expressos durante a festa e repudiamos o conteúdo das músicas de Rafael Castro: não somos a favor da apologia ao estupro ou de xingamentos homofóbicos! Ao contrário, nosso esforço se dá no combate cotidiano a essas práticas. Nunca foi este o objetivo da realização do show, pelo contrário.

A gestão Não Vou Me Adaptar tem como parte de seu programa a luta diária contra as opressões, com diversas iniciativas, inclusive chamando a que os estudantes participassem do ato do 8 de Março, que aconteceu na Praça da Sé. Somos veementemente contra a opressão, por entender que nossas diferenças não podem ser uma desculpa para sermos desiguais.

Fazemos um chamado a que o movimento se incorpore com força e unidade na luta contra a opressão para que possamos fortalecer a luta contra o machismo, racismo e homofobia dentro da USP. Por fim, colocamos a importância de que Rafael Castro repense seu repertório.

Tudo bem que a letra não é das mais dóceis, mas Rafael Castro é tão cronista quanto músico e usa suas canções como retratos da realidade em que vive, sejam eles bobos e triviais ou irônicos e jocosos, como é o caso de “Vou te Encher de Birinight”. Mas mesmo que ela não fosse irônica, será que o cronista que retrata o crime pode ser considerado criminoso? Será que arte pressupõe julgamento moral? Será que, a partir disso, vamos censurar filmes em que pessoas são assassinadas de forma violenta? Achei que esse debate já fosse coisa do passado…

Contenha-se, diz o anúncio.

arrested-development-2013

Afinal são 15 novos episódios, dia 26 de maio, via Netflix. Nunca escrevi sobre Arrested Development, né? Bem lembrado…

4:20

tchipoft

lek-1lek-2

Deal with it: