






Começou o final da última temporada de Breaking Bad. Depois do episódio deste domingo, Blood Money, faltam apenas sete pra saga de Walter White acabar.

Você já assistiu? Que final de episódio! Que virada! Comente aí embaixo que, ainda no início dessa semana, eu falo mais sobre este episódio. Se você não viu ainda (mas já assistiu até o último episódio do ano passado), vale ouvir o podcast especial sobre Breaking Bad que o Jovem Nerd gravou (dica do Ian, valeu!).


Calma lá, pessoas: é sal de banho.

Adoro como as coisas se misturam sozinhas na internet…

Os dois centavos da Alê sobre essa história.


Sim, uma camiseta!


Laerte tinha uma gata que não mexia as patas traseiras por ter sido vítima de uma espingarda de chumbinho. Ele contou ao Fernando de Barros e Silva, na Piauí:
O problema do mau cheiro decorre do quadro clínico de uma das duas gatas de Laerte. Cinco anos atrás, Celina e Muriel foram alvejadas com tiros de espingarda por alguém da vizinhança. Muriel convive até hoje, e aparentemente bem, com a bala de chumbinho que ficou alojada em seu ombro. Mas o tiro que atingiu Celina a deixou paraplégica. “Ela perdeu as pernas de trás. Tem cistite recorrente, precisa tomar antibiótico de doze em doze horas, não controla o mijo, suja tudo”, explicou Laerte.
A gata se arrasta pela casa. Durante parte do dia, se locomove com a ajuda de uma espécie de cadeira de rodas feita pelo cartunista. À noite, dorme na sala, trancada numa gaiola. Muriel dorme na cama com o dono. “Quando acordo, abro a porta para a Muriel e vou cuidar da Celina.”
Ele não quis investigar quem foi o autor dos disparos: “Um vizinho ficou me açulando; dizia: ‘Ele tem um táxi.’ Quatro caras na minha rua têm táxi. O que vou fazer com essa informação?”
A história de Celina motivo o grande artista a imortalizá-la numa série de tiras tristes, que publicou diariamente tanto na Folha de São Paulo quanto em seu blog Manual do Minotauro. Reproduzo a história inteira abaixo: