
David Correy é um desses cantores de cover participa desses programas de calouros de hoje em dia, desses que o parâmetro de boa cantora é a Mariah Carey, e resolveu aproveitar-se da ascendência pernambucana (ele nasceu no Recife) para ganhar um troco traduzindo para o inglês o clássico “Maracatu Atômico” de Jorge Mautner, imortalizado por Chico Science. Nem preciso dizer o quanto ficou ridículo – basta ouvir:
E se você acha que não dá pra piorar, saca só abaixo a transcrição da letra pro inglês, uma versão que parece ter sido feita no tradutor do Google, de tão literal.


Só mesmo a morte de Mandela para proporcionar este momento.

Alguma coisa está acontecendo…

Domingo passado, há 33 anos, John Lennon era arrancado de nossa existência em uma das notícias mais trágicas da história da música pop. Nicolas Jaar lembra a data de forma triste e contemplativa, misturando suas próprias músicas, transmissões de rádio, texturas sonoras e o próprio John em um set melancólico e introspectivo.
Tudo bem que pantufa é um calçado medonho, mas descontada tal constatação, que tal estas que homenageiam os coelhos assassinos do Monty Python em Busca do Cálice Sagrado?

Na real, só uma desculpa para voltarmos a ver esse grande momento da comédia inglesa, abaixo:
A ilustradora Ella Frances Sanders pinçou onze palavras de diferentes idiomas que significam coisas bem específicas, como “o rastro da lua sobre o oceano”, “uma piada tão mal contada que isso é o motivo de riso” ou “a sensação de antecipação que faz que se saia de casa o tempo todo para ver se alguém está chegando”.
E escreveu sobre… palavras:
The relationship between words and their meaning is a fascinating one, and linguists have spent countless years deconstructing it, taking it apart letter by letter, and trying to figure out why there are so many feelings and ideas that we cannot even put words to, and that our languages cannot identify.
The idea that words cannot always say everything has been written about extensively – as Friedrich Nietzsche said,
“Words are but symbols for the relations of things to one another and to us; nowhere do they touch upon the absolute truth.No doubt the best book we’ve read that covers the subject is ‘Through The Language Glass’ by Guy Deutscher, which goes a long way to explaining and understanding these loopholes – the gaps which mean there are leftover words without translations, and concepts that cannot be properly explained across cultures.
Somehow narrowing it down to just a handful, we’ve illustrated 11 of these wonderful, elusive, words – which have no single word within the English language that could be considered a direct translation. We will definitely be trying to incorporate a few of them into our everyday conversations, and hope that you enjoy recognising a feeling or two of your own among them.

…e não só com você:



Ame-o ou deixe-o, Grant Morrison não aceita meios termos e o documentário Talking with Gods talvez não seja a melhor introdução à sua obra devido ao excesso de referências, citações e opiniões. Mas, pensando bem, talvez seja justamente por isso – é pegar ou largar. Ei-lo na íntegra com legendas em espanhol – o que já ajuda bastante para entender o próprio sotaque escocês do autor:
Assista antes que o YouTube tire do ar.