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Paranoia

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truedetective-

A nova série da HBO, True Detective, caminha para se tornar um dos principais acontecimentos culturais de 2014 – e desde que eu comentei seus quatro primeiros episódios, muita água já rolou por baixo da ponte: as teorias, referências e coincidências que surgem na série vêm sendo dissecadas à exaustão, dando origem a leituras paralelas que parecem ampliar ainda mais o alcance de uma série que só tem dois episódios antes do fim. Estou reunindo essas informações num texto que publico até o fim de semana. Enquanto isso, fiquem com uma versão da abertura da série feita com gatos (dica da Érika, valeu!), o que prova que o seriado já entrou no imaginário coletivo de vez:

Saída por baixo

Ops!

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highschool

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cooper

andy-toy-story

Vocês lembram da primeira Teoria Pixar, aquela que interliga todos os filmes da produtora de animação como se fossem parte de um mesmo universo? Pois seu autor, Jon Negroni, cogitou outra teoria por trás dos filmes de Toy Story, que explicaria uma conexão pouco provável na vida do dono dos brinquedos falantes da trilogia, Andy. O Ramon traduziu a nova teoria no Vitralizado, confere lá.

Impressionante essa imagem que contrapõe como era e como ficou a Maidan, a praça da independência do centro de Kiev, palco dos protestos na Ucrânia no início da semana.

kiev2014

Vi no Reddit – a BBC tem outras fotos, veja lá.

TaxiDriver-MichelGondry

No filme Be Kind Rewind, o cineasta francês Michel Gondry nos apresenta ao conceito de “suecar um filme”, que consiste basicamente em recriar um filme que já existe com pouquíssimo dinheiro. E ele coloca seu conceito na prática ao “suecar” o clássico Taxi Driver, de Martin Scorsese. Saca só:

Vi na FilmMaker Magazine.

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Mark Zuckerberg pagou 16 bilhões de dólares num dos aplicativos mais usados do mundo. Vai facilitar bastante o trabalho da NSA, resta torcer pra que ele ao menos não mexa como ainda não mexeu no Instagram. Mas inevitavelmente isso vai acabar em publicidade – e dá uma sobrevida maior à grande taba digital do “cacique Zuckerberg”, como diz o Bruce Sterling