

O Mini já tinha cogitado essa hipótese, aí veio o Mr. Manson e fez uma abertura incrível para a versão brasileira de House of Cards, saca só:


A atriz Fernanda Azevedo recebeu o prêmio Shell de melhor atriz pela peça Morro Como um País – Cenas sobre a Violência de Estado nesta semana e agradeceu à honraria com um curto discurso – uma estocada no fígado da empresa patrocinadora do prêmio, que também apoiou a ditadura no Brasil. Eis a íntegra do discurso:
Como esse prêmio tem patrocínio da Shell, eu gostaria de ler quatro linhas sobre essa empresa. O texto é de Eduardo Galeano: “No início de 1995, o gerente geral da Shell na Nigéria explicou assim o apoio de sua empresa à ditadura militar nesse país: ‘Para uma empresa comercial, que se propõe a realizar investimentos, é necessário um ambiente de estabilidade. As ditaduras oferecem isso'”.
Vi no Uol.

E quando você está conseguindo se livrar de um vício, surge outro:

Wow!

Os melhores filmes de terror são aqueles que não precisam de efeitos especiais nem de apelar pro gore – basta cutucar nossa própria imaginação pra ela pensar em coisas que não queremos. Como é o caso desse Lights Out, do sueco David Sandberg, que no mês passado ganhou o prêmio de melhor direção no festival inglês Bloody Cuts.
Só não assista antes de dormir…


Um carinha pegou as cenas sem diálogo ou personagens em Seinfeld e as enfileirou num longo take sobre… o nada. Aos poucos, o baixo slap fica menos irônico, enquanto o fim das gargalhadas da claque tira o clima de comédia de um jeito incomum…
Vi no io9.
