
35 anos depois de revelar Mel Gibson em perseguições pós-apocalípticas pelo deserto, o diretor australiano George Miller volta ao universo de Mad Max para mais um quarto filme – Fury Road, como antecipa a Entertainment Weekly, com Tom Hardy vivendo o papel imortalizado por Gibson e Charlize Theron vivendo uma personagem chamada Imperator Furiosa, com a cabeça raspada e um braço de robô gigante. O filme está programado pro ano que vem.

O canadense David Cronenberg, um dos maiores diretores vivos, é tema de uma mostra no Eye Film Institute, em Amsterdã, na Holanda – e além de exibir clássicos da obra do mestre, a exposição também o fez criar o curta The Nest, sobre amputações, psicose e insetos, especialmente para o evento. Com um pingo de nudez para torná-lo NSFW, o curta mistura drama psicológico, paranóia delirante e a tensão em relação à fragilidade do corpo humano para nos lembrar que o horror do diretor está apenas na cabeça.
The Nest ficará online apenas durante o período da exposição, até o meio do mês de julho. Assista enquanto é tempo.

E você pensava que já tinha visto tudo…

Os cariocas que foram assistir à Uruguai x Colômbia no Maracanã neste sábado não contavam que o jogo do Brasil e Chile no Mineirão se esticasse até os pênaltis – e o jeito foi acompanhar a partida no metrô, a caminho do estádio.

Parece completamente idiota (e é), mas os caras do programa Epic Meal Empire resolveram pagar pra ver:

A mordida que o jogador uruguaio Suárez deu no italiano Chiellini já é um dos marcos desta Copa do Mundo, mas o Globo Esporte manchetou a reação do presidente uruguaio Mujica sobre a mordida dando a entender que ele concordava com o comportamento animalesco do jogador. Mas a entrevista em vídeo que o Estadão fez com o melhor presidente do mundo hoje mostra que não é bem assim – e que Mujica não concorda com o uso de gravações para determinar punições que deveriam ser dadas em campo, o que é uma oooutra história.
Agradeço ao Flavio, que deu a dica do vídeo via Facebook.
Pegaram o clipe de “Dancing in the Streets”, do Bowie com o Jagger, tiraram o som e ficou assim…
Dica da Janara.

O clima de Copa contagiou o Brasil e a Vila Madalena, aqui em São Paulo, virou uma enorme micareta verde-amarela, como mostra esse vídeo feito pela Época, em pleno zero a zero de ontem:
Imagina se o Brasil tivesse ganhado…

Elliot Smith, que morreu há onze anos, é o assunto do documentário Heaven Adores You, financiado via crowdfunding pelo Kickstarter e dirigido pelo norte-americano Nickolas Rossi, que passou pelas três cidades em que Smith viveu (Portland, Los Angeles e Nova York) coletando depoimentos e recriando sua trajetória. O filme aos poucos deixa a fase de festivais e chega ao grande público. Abaixo segue o trecho inicial do filme, quando o compositor, um dos mais influentes para toda uma geração indie norte-americana, fala em uma entrevista a uma emissora holandesa sobre tocar na cerimônia do Oscar de 1998, quando sua “Miss Misery” foi indicada ao prêmio de melhor canção do ano devido ao filme Gênio Indomável: “Eu sou a pessoa errada para ser verdadeiramente grande e famoso”, diz, sem jeito, “foi divertido por um dia, mas eu não sei se seria divertido viver naquele mundo.”

