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O “maestro” Steve Jobs

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O primeiro trailer completo da cinebiografia que Danny Boyle e Aaron Sorkin estão fazendo sobre Steve Jobs reforça aquela idéia que eu já havia comentado de que o fato de Jobs ter conseguido tornar sua empresa bem sucedida com inovações cheias de marketing pessoal alivia a barra para a forma como ele lidava com as pessoas. Arrogante, grosso, teimoso e vingativo, Jobs não tinha problemas em passar por cima dos outros e ainda tinha o dom de transformar isso em estilo. No novo trailer esse ar é reforçado com um ar dúbio, mostrando que Jobs se via como um maestro de uma orquestra que, no fundo, era apenas uma empresa fria e burocrata como qualquer outra. O magnetismo popstar de Jobs poderia ir para o palco, para a frente de uma banda ou para cargos públicos, mas ele preferiu investir nas próprias finanças e criou uma persona que justificasse todas as merdas que quisesse fazer, como estacionar em vaga para deficientes físicos, só pra ficar nas mais brandas. O trailer não desafia o protagonista, mas leva a crer que o filme pode sim ter jogar uma luz pessimista sobre a genialidade inconteste de um CEO que, por isso, não era visto como sendo do mal.

E se você for ver o histórico dos principais envolvidos, há sim a possibilidade do filme ser uma crítica ao estilo Steve Jobs.

E essa caixa de DVDs de Duro de Matar?

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DVDs já estão se tornando objetos obsoletos em nossas rotinas, por mais que as TVs a cabo e os sistemas de vídeo on demand não tenham um catálogo tão amplo e as locadoras vão se extinguindo rapidamente. Uma das alternativas que a indústria encontrou para dar sobrevida à mídia física foi transformar seus suportes em objetos de decoração, como é o caso dessa caixa com os cinco filmes da série Duro de Matar, com Bruce Willis, que vêm empacotados numa réplica do prédio fictício Nakatomi Plaza, cenário do primeiro filme. E o box já está em pré-venda

Mahmed e o tempo

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O bucólico e pensativo clipe para a música “AaaaAAAaAaAaA” confronta a idade e o mar como referências que realçam a musicalidade intrincada do grupo potiguar Mahmed.

“Para, respira e conta até cem”

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O pop bom vem dos lugares mais improváveis, como é o caso dessa irritante “NheNheNhem” da cantora mirim Maísa, que transcende o ridículo apenas com a repetição de seu refrão infantil e revela-se um hit pegajoso daqueles.

Preciso testar na pista.

O dia em que Maria Bethania encontrou Bela Lugosi

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Calma que é só um mashup: o Ulisses Brun Multini juntou a base de “Bela Lugosi is Dead” do Bauhaus e colocou sob o vocal de “Maldição”, do disco Drama, de Maria Bethania. O mais estranho, no entanto, é que não fica estranho.

Dica do Luciano.

A queda de Jim Carrey

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Um mestre do humor físico, Jim Carrey talvez tenha na queda sua grande arma secreta. Não é um movimento clássico, mas toda uma gama de variações do tema do movimento que busca alguém de pé e o atira no chão graças à gravidade, como podemos ver nesse vídeo feito pelo youtuber Shawn Kohne: